Especialistas em PHDA NO Adulto

Agenda uma consulta de PHDA em adulto online ou presencial (Coimbra) com um dos psicólogos d’O Teu Lugar

A PHDA (Perturbação de Hiperatividade e Défice de Atenção) é uma condição do neurodesenvolvimento que pode acompanhar a pessoa ao longo da vida, afetando sobretudo atenção, impulsividade, auto-organização e regulação do esforço.

A Consulta de PHDA no Adulto é um processo clínico estruturado que ajuda a responder, com clareza e rigor, a três perguntas essenciais:

  1. Há indicadores consistentes de PHDA?
  2. Que impacto tem (ou não tem) na tua vida – trabalho, estudos, relações, saúde mental)?
  3. Que plano faz sentido a partir daqui – estratégias, psicoterapia e, quando indicado, avaliação psiquiátrica e medicação?

Na prática, esta consulta oferece uma avaliação completa e especializada e pode ser feita presencialmente em Coimbra ou online.

O processo pode incluir:

  • Avaliação psicológica de PHDA (2-3 sessões);
  • Avaliação psicológica (2-3 sessões) + avaliação psiquiátrica (1 sessão) com articulação interna de informação clinicamente relevante entre a psicóloga e a psiquiatra, com consentimento do paciente;
  • Avaliação psicológica (2-3 sessões) + relatório de avaliação, quando necessário para médicos ou outros profissionais.

Como é feita a avaliação e diagnóstico de PHDA nos adultos?

A avaliação de PHDA é uma integração clínica: história, padrão ao longo da vida, contexto, comorbilidades e impacto real.

O que acontece nas sessões de avaliação?

    • Entrevista clínica detalhada (queixas atuais + funcionamento no dia-a-dia)
    • História do neurodesenvolvimento (sinais na infância/adolescência, escola, família)
    • Evidência de persistência e transversalidade (impacto em mais do que um contexto)
    • Rastreio de diagnósticos diferenciais e comorbilidades (ansiedade, depressão, trauma, burnout, sono, substâncias, etc.)
    • Quando útil, questionários e testes psicométricos validados e/ou informação complementar (ex.: dados escolares, relatos de alguém próximo)

Os critérios clínicos mais usados exigem que existam sinais desde cedo (por exemplo, antes dos 12 anos) – mesmo que só mais tarde a pessoa perceba o padrão e o nome.

Há debate científico sobre “PHDA de início na idade adulta”, mas não é consensual; por isso, clinicamente, o foco é perceber o que existia antes, o que foi mascarado, e o que hoje está a interferir.

Em que casos deve incluir avaliação pela psiquiatra?

Faz sentido integrar Psiquiatria quando:

  • Há suspeita de PHDA com impacto elevado e pode haver indicação para medicação;
  • Existem comorbilidades relevantes (ex.: depressão moderada/grave, ansiedade intensa, perturbações do sono significativas, uso de substâncias);
  • É necessária uma visão médica para risco/segurança, interação medicamentosa, ou esclarecimento de hipóteses.

Isto também está alinhado com recomendações internacionais, onde a medicação pode ter um papel importante em adultos, quando indicada e acompanhada.

Quais os sintomas da PHDA nos adultos?

Em adultos, a PHDA costuma aparecer menos como “hiperatividade visível” e mais como ruído interno, desorganização, procrastinação, esquecimentos, e um cansaço crónico de “estar sempre a compensar”.

Sinais comuns de desatenção (exemplos)

  • Dificuldade em manter foco, sobretudo em tarefas longas/monótonas;
  • Começar muitas coisas e terminar poucas;
  • Perder objetos, esquecer prazos, falhas na gestão do tempo;
  • Dificuldade em priorizar e organizar passos;
  • “Ouço, mas não retenho”; ler e reler sem absorver.

Sinais comuns de hiperatividade / impulsividade (muitas vezes mais subtis)

  • Inquietação interna, pressa, impaciência;
  • Interromper, responder antes do fim, decisões rápidas “no impulso”;
  • Dificuldade em esperar, tolerar filas, reuniões longas;
  • Oscilações entre “hiperfoco” e “bloqueio total”.

Impacto típico

(onde a PHDA “se sente”)

  • Trabalho/estudos: inconsistência, atrasos, exaustão por compensação;
  • Relações: esquecimentos interpretados como desinteresse, reatividade, conflitos;
  • Autoimagem: vergonha, sensação de “falhar no básico”, autoexigência;

Nas mulheres, a PHDA é frequentemente mais interna (desatenção, sobrecarga, ansiedade associada, camuflagem/perfeccionismo), o que pode atrasar o reconhecimento e a procura de ajuda.

Em que consiste o tratamento da PHDA nos adultos?

O tratamento costuma ser um plano combinado, adaptado à tua vida real, com objetivos concretos.

1) Psicoeducação e “mapa” do teu padrão

Perceber como a tua atenção funciona, quais os gatilhos, e o que te drena (ou te ajuda). Isto reduz culpa e aumenta capacidade de escolha. 

2) Estratégias práticas para funções executivas

  • Gestão do tempo (externa, visível, “fora da cabeça”);

  • Planeamento realista e priorização;

  • Rotinas mínimas (não perfeitas);

  • Design do ambiente (reduzir fricção; aumentar pistas);

  • Ferramentas de apoio (listas, blocos de foco, lembretes inteligentes).

3) Psicoterapia focada no impacto emocional e relacional

Porque a PHDA, muitas vezes, vem colada a:

  • Vergonha e autocriticismo (“sou incapaz”, “sou preguiçoso/a”);
  • Ansiedade por compensação (“se eu não controlar tudo, falho”);
  • Padrões de evitamento, procrastinação e auto-sabotagem;
  • Conflitos em casa e no trabalho.

4) Medicação (quando indicada) e acompanhamento médico

Quando há indicação, a medicação pode ajudar na base neurobiológica da atenção/impulsividade – e o trabalho terapêutico passa a ter “onde assentar”. As orientações clínicas incluem fármacos como opções de primeira linha em adultos, sob avaliação médica.

A Equipa

Psicóloga especialista em PHDA no Adulto

psicóloga especialista em phda no adulto

Dr.ª Raquel Pinto

Psicóloga (Cédula Profissional nº 26678)

  • Psicóloga Clínica e da Saúde

  • Especialista em Hiperatividade e Défice de Atenção (PHDA): Avaliação e Intervenção da Infância à Idade Adulta

Formação

  • Mestrado em Psicologia Da Saúde e Reabilitação Neuropsicológica pela Universidade de Aveiro;
  • Especialização Avançada Em Intervenção Cognitivo Comportamental com Adultos pelo CRIAP;
  • Psicoterapeuta EMDR Nível 2 (Terapeuta EMDR nº588 da AEMDR Portugal);
  • Curso de Hiperatividade e Défice de Atenção: avaliação e intervenção da Infância à idade adulta pelo CRIAP;
  • Curso Breve de Avaliação e Intervenção Psicológica com Crianças e Adolescentes pelo MDC Psicologia e Formação;
  • Formação em Sistemas Familiares Internos -IFS (nível introdutório).

Psiquiatra especialista em PHDA no Adulto

psiquiatra O Teu Lugar Coimbra

Dr.ª Carolina Carvalho de Almeida

Médica Psiquiatra (Cédula Profissional nº 63378)

Formação

  • Mestrado Integrado em Medicina pela Universidade de Coimbra;
  • Médica Interna de Formação Especializada em Psiquiatria, ULS Região de Leiria;
  • Médica Interna do Ano Comum, Hospital Distrital da Figueira da Foz;
  • Especialização Avançada em Psicoterapias cognitivo-comportamentais pelo INSPSIC.

Direção Clínica

A Direção Clínica d’O Teu Lugar é assegurada pela Dr.ª Ana Fidalgo e pela Dr.ª Liliana Marques, psicólogas clínicas e cofundadoras da clínica. É a partir do seu olhar atento, ético e profundamente humano que são definidos os critérios de qualidade da clínica, bem como a forma como acolhem, encaminham e acompanham cada pessoa que nos procura.

Em conjunto com a equipa, contribuem para que a prática clínica se alinhe com os princípios e valores d’O Teu Lugar: ética e confidencialidade, relações empáticas e não-hierárquicas, reconhecimento da complexidade de cada história, respeito pela diversidade e valorização da individualidade de quem acompanhamos.

O compromisso da Direção Clínica é simples e profundo: que, connosco, sintas que o teu universo é bem-vindo e que estás num espaço seguro para seres exatamente quem és.

Direção Clínica

Dr.ª Ana Fidalgo (à esquerda) e Dr.ª Liliana Marques (à direita)

Qual o preço da avaliação da PHDA em adultos?

N’O Teu Lugar, a avaliação de PHDA em adultos pode ser realizada em diferentes formatos, consoante o objetivo (apenas esclarecimento clínico e plano de intervenção, necessidade de articulação médica, ou necessidade de relatório formal).

Opção 1: Avaliação Psicológica de PHDA (2-3 sessões)

180€

Nota: não inclui relatório. Se o relatório for solicitado posteriormente, acresce 150€.

Opção 2: Avaliação Psicológica (2-3 sessões) + Avaliação Psiquiátrica (1 sessão)

    270€

    Nota: neste formato, não é necessário relatório, uma vez que a informação clinicamente relevante é articulada entre os profissionais de saúde, com consentimento expresso do paciente.

    Opção 3: Avaliação Psicológica de PHDA (2-3 sessões) + Relatório de Avaliação

    320€

    Útil quando precisas de relatório (por exemplo para médico/a, universidade, contexto profissional, ou para organização do plano de intervenção com maior estrutura formal).

    FAQs

    Perguntas Comuns

    Qual a prevalência da PHDA em adultos?

    Em adultos, as estimativas variam conforme os critérios e o método, mas estudos internacionais apontam para uma prevalência em torno dos ~2,5–3% para PHDA persistente (meta-análise: Simon, V., Czobor, P., Bálint, S., Mészáros, A., & Bitter, I. (2009). Prevalence and correlates of adult attention-deficit hyperactivity disorder: meta-analysis. The British Journal of Psychiatry, 194(3), 204–211. – link)

    Em relação a Portugal, a informação existente com melhor peso, de momento, é uma estimativa apresentada por especialistas portugueses: Um position paper em Acta Médica Portuguesa refere que a PHDA “afeta aproximadamente 1,5%–3% da população adulta em Portugal.” (Madeira, N., et al. (2025). Attention Deficit/Hyperactivity Disorder in Adults: Position of Portuguese Experts on Diagnosis and Treatment. Acta Médica Portuguesa. – link)

    Como enquadramento, os World Mental Health Surveys reportam uma prevalência média de “current adult ADHD” de ~2,8% (com variação entre países): Fayyad, J., Sampson, N. A., Hwang, I., et al. (2017). The descriptive epidemiology of DSM-IV Adult ADHD in the World Health Organization World Mental Health Surveys. Attention Deficit and Hyperactivity Disorders, 9, 47–65.

    (Nota importante: isto não significa que “toda a distração” seja PHDA – significa que existe um grupo relevante de adultos para quem estes padrões são persistentes, antigos e realmente limitantes.)

    A avaliação de PHDA em adultos é feita de forma presencial ou online?

    Pode ser feita presencialmente em Coimbra ou online, mantendo a estrutura clínica de avaliação.

    Quanto tempo dura a avaliação?

      Em formato de clínica, a avaliação psicológica decorre tipicamente em 2–3 sessões (e pode ser complementada com 1 sessão de psiquiatria). 

      Existe medicação para a PHDA em adultos?

      Sim, existe. A decisão é médica, ponderando benefícios, riscos, comorbilidades e acompanhamento. Recomendações internacionais incluem medicação como opção relevante em adultos quando há impacto significativo.

      Existem diferentes tipos de PHDA?

      Sim. Fala-se em apresentações predominantemente desatenta, predominantemente hiperativa/impulsiva e combinada.

      1) PHDA – Apresentação Predominantemente Desatenta

      É a forma em que o núcleo da dificuldade está sobretudo na atenção e nas funções executivas (organização, planeamento, memória de trabalho, gestão do tempo).

      Como costuma aparecer em adultos:

      • Distração fácil e “mente a saltar” entre tarefas;
      • Procrastinação e dificuldade em começar (ou em manter) tarefas;
      • Esquecimentos frequentes (prazos, compromissos, objetos);
      • Desorganização e dificuldade em priorizar;
      • Leitura/trabalho com sensação de “não retenho nada”;
      • Inconsistência: há dias de grande produtividade e dias de bloqueio.

      Impacto típico: atrasos, falhas por detalhes, sensação de “eu esforço-me muito e mesmo assim falho”, vergonha e autocriticismo.

      2) PHDA – Apresentação Predominantemente Hiperativa/Impulsiva

      Aqui, o núcleo está mais na inquietação e na impulsividade (ação antes de pensar, urgência, baixa tolerância à espera/frustração). Em adultos, muitas vezes é menos “hiperatividade física” e mais agitação interna.

      Como costuma aparecer em adultos:

      • Sensação de pressa constante e dificuldade em abrandar;
      • Impaciência (reuniões longas, filas, conversas);
      • Falar muito, interromper sem querer, terminar frases dos outros;
      • Decisões rápidas “no impulso” (compras, respostas, mudanças);
      • Dificuldade em relaxar; necessidade de estímulo;
      • Tendência para reatividade emocional.

      Impacto típico: conflitos, decisões precipitadas, desgaste, e um padrão de “faço primeiro, penso depois”.

      3) PHDA – Apresentação Combinada

      É quando há um conjunto significativo de sintomas de desatenção e de hiperatividade/impulsividade. É a apresentação frequentemente identificada em avaliação, mas a forma como se manifesta pode ser muito individual.

      Como costuma aparecer em adultos:

      • Desorganização e esquecimento + pressa/inquietação;
      • Começar várias coisas com energia e depois perder o fio;
      • Alternância entre hiperfoco (quando há interesse) e bloqueio (quando a tarefa é aborrecida);
      • Dificuldade em regular ritmo: “ou vou a 200% ou não vou”;
      • Impacto em múltiplas áreas (trabalho, relações, autocuidado).

      Impacto típico: exaustão por compensação, sensação de descontrolo e ciclos de culpa-tentativa-queda-recomeço.

      Nota importante:

      • É possível ter défice de atenção sem hiperatividade: isso corresponde à apresentação predominantemente desatenta;
      • Em adultos, a “hiperatividade” pode ser mais mental/emocional do que motora (inquietação interna, urgência, reatividade);
      • A apresentação pode mudar com o tempo: por exemplo, a hiperatividade visível pode diminuir, mas a desatenção, desorganização e impulsividade podem manter-se.

      A PHDA pode “aparecer” em adulto?

      Muitas pessoas só reconhecem em adulto, mas os critérios clínicos habituais apontam para sinais desde a infância (ex.: antes dos 12 anos).

      Há investigação a discutir “início no adulto”, mas é um tema debatido; por isso, a avaliação procura esclarecer o percurso e o que pode estar a explicar os sintomas.

      A PHDA tem cura?

      Não se fala em “cura” no sentido clássico; fala-se em tratamento e gestão. Com um plano bem desenhado (estratégias, psicoterapia e, quando indicado, medicação), muitas pessoas têm melhorias significativas e sustentadas no funcionamento e bem-estar. 

      Como lidar com um adulto com PHDA?

      Não há uma fórmula única, porque cada pessoa com PHDA tem um “desenho” diferente: histórias diferentes, gatilhos diferentes, níveis de energia diferentes, e também recursos e estratégias que já funcionam (ou que nunca funcionaram) para ela.

      Por isso, mais do que “pedir para se esforçar”, costuma ajudar olhar para a PHDA como algo que se gere em equipa, com menos crítica e mais estrutura.

      De forma geral, pode ser útil:

      • Comunicação clara e acordos simples, com passos concretos (em vez de pedidos vagos ou repetidos);
      • Estruturas externas que aliviam a carga mental: rotinas mínimas, lembretes, listas visíveis, divisão de tarefas por blocos curtos;
      • Previsibilidade e combinação de expectativas (o que é “prioritário”, o que pode esperar, e o que precisa mesmo de acompanhamento);
      • Validar o esforço (muitas pessoas com PHDA passam anos a ouvir que são “desleixadas” ou “preguiçosas”, quando na verdade estão exaustas de compensar);
      • E, quando há impacto significativo, procurar apoio especializado – não porque alguém esteja “a falhar”, mas porque ninguém devia ter de aprender isto sozinho.

      Se és companheiro/a, familiar, chefe, colega ou amigo/a de alguém com PHDA e queres ajudar sem te perderes no processo, faz sentido marcar uma consulta de orientação/apoio. Às vezes basta um espaço para perceber: o que é PHDA aqui, o que é outra coisa, o que está a ser interpretado como desinteresse, e o que afinal é dificuldade de organização e regulação. E a partir daí, construir um plano simples, mais humano, mais real, mais sustentável para os dois lados.

      Como me devo preparar para a consulta?

      Ajuda trazer (se tiveres):

      • exemplos concretos do dia-a-dia (trabalho, estudos, casa);

      • histórico escolar / relatos antigos / observações de infância;

      • lista de medicação atual, sono, consumo de cafeína e rotina;

      • 5-10 situações em que sentes que “isto me custa mais do que devia”.

      Em que casos é também necessária a avaliação por um psiquiatra?

      Quando há possibilidade de medicação, comorbilidades significativas, dúvidas diagnósticas relevantes, ou necessidade de enquadramento médico e seguimento.

      Está incluído o relatório da avaliação?

      Depende do formato escolhido:

      • Na Avaliação Psicológica (180€), o relatório não está incluído. Caso seja solicitado mais tarde, acresce 150€.

      • No formato Avaliação Psicológica + Psiquiatria (270€), não é necessário relatório, porque a informação clinicamente relevante é articulada entre profissionais, com consentimento do paciente.

      Se precisar de um documento formal para partilhar com médicos ou outros profissionais de saúde, recomendamos a opção Avaliação Psicológica + Relatório (320€).

      A clínica prescreve medicação?

      A prescrição, quando indicada, é feita em consulta de Psiquiatria (por ser um ato médico). 

      É possível ter défice de atenção sem hiperatividade?

      Sim – é a apresentação predominantemente desatenta.

      Quais as causas da PHDA?

      Não há uma causa única. É uma condição multifatorial, com um peso genético elevado (estimativas de hereditariedade perto de ~74%) e influência de fatores ambientais de risco.

      Qual o impacto / consequências da PHDA na vida da pessoa?

      Pode afetar trabalho/estudos, relações, saúde mental (por ex., ansiedade por compensação), autoimagem e qualidade de vida – sobretudo quando passa anos sem nome e sem suporte.

      A PHDA em mulheres é diferente da PHDA nos homens?

      Há muitos sintomas e manifestações comuns, mas muitas mulheres apresentam mais desatenção, internalização (ansiedade/culpa), e maior tendência para camuflar dificuldades — o que pode atrasar o diagnóstico e aumentar exaustão.

       

      O que acontece se não for PHDA?

      Isso também é um resultado útil: significa que vamos procurar a explicação mais ajustada (ansiedade, burnout, depressão, trauma, perturbações do sono, sobrecarga, etc.) e propor um plano de intervenção coerente com o que estiver na base – sem te deixar “sem resposta”, nem com um rótulo que não te serve.

       

      O que dizem de nós

      Testemunhos

      Por questões éticas protegemos identidade dos pacientes que tiveram a generosidade de partilhar os seus testemunhos e experiências.

      “Muito acessível e flexível quando surgem imprevistos a nível de horário. O processo foi e está a ser incrível ao longo destes dois anos e espero continuar. O autoconhecimento é duro mas a jornada com a terapeuta tornou tudo mais leve.”

      “É uma pessoa generosa, é o que ela mais me transmite a cada sessão. É uma pessoa muito atenta e que leva a te virares no teu EU mais profundo. Não sinto vergonha em contar-lhe coisas. Sinto que tenho um ombro e apoio para avançar na minha jornada.”

      “O Compromisso foi respeitado desde a primeira sessão e ao longo de todo o percurso, fazendo-me também sentir segura e facilitando o processo.”

      “Deu-me sempre espaço para me sentir confortável, conseguiu sempre ser racional mas ao mesmo tempo dar um pouco de emoção, deu-me sempre abertura para eu fazer as coisas da forma que eu queria e sempre foi muito companheira.”

      “A melhor decisão da minha vida foi ter começado a terapia e escolhi com o coração, por ser reconhecida como LGBTQIA+ friendly, por transmitir paz, empatia e segurança. Aconselho a fazerem o mesmo.”

      “Sem dúvida que O teu lugar é o lugar indicado para esta fase de ajuda que se procura, excelentes profissionais e sempre disponíveis.”

      “A terapia ajudou-me a libertar de pensamentos mais negativos, focando-me essencialmente nas coisas positivas . A conhecer-me , a conhecer os meus limites, fazendo-me acreditar mais em mim própria.”

      “O Teu Lugar é um lugar onde me sinto em casa, onde ganho forças para fazer algo por mim própria.”

      “A doutora em todas as consultas respeita os meus meus problemas, não faz julgamentos sobre os mesmos deixando me mais confortável e aberta para voltar a reviver muitos deles de forma a conseguir chegar à raiz do problema, cumpre o código deontológico, procura ajudar-me a encontrar diversos caminhos que me possam auxiliar a compreender e outrora resolver todos esses impasses que não me possibilitam de estar com a minha saúde mental a 100%. Tem sido e vai continuar a ser um excelente apoio que não prescindo para a minha vida.”

      “É difícil dizer para escolher uma das profissionais, acredito que façam o seu trabalho com o maior exímio e brio porque nota-se que gostam mesmo do que fazem. Estou muito satisfeita com as aprendizagens que tenho retirado de todas as sessões. Faz com que a pessoa se sinta completamente à vontade num local acolhedor e seguro para poder ser a pessoa que é sem filtros sem capas de forma a deixar-se ser ajudada.”

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