Consulta de Psicologia Perinatal
Pré-concepção, Gravidez e Pós-parto
CONSULTA ONLINE

A possibilidade de chegada de um bebé muda tudo; pode tocar profundamente na forma como nos vemos, nos papeis que desempenhamos, reativa gatilhos sobre os filhos que fomos e os pais que tivemos, desorganiza a rotina, exige reajustamentos na dinâmica do casal, coloca tudo o que somos e vivemos em perspetiva.
A pré-concepção pode ser extenuante, a gravidez nem sempre é um “estado de graça”, e o pós parto pode ser profundamente desafiante e absolutamente transformador. Surgem os medos, as angústias, surgem as falhas e o medo de não ser capaz. Surge um bebé idealizado que, muitas vezes, não chega a ser. Pode surgir o luto e a necessidade de ressignificar, e os fantasmas de voltar a tentar… e perder outra vez. Surgem, por vezes, as discussões e falta de entendimento no casal, a necessidade de reajustar rotas e expectativas. Surge a necessidade de uma compreensão que nem sempre conseguimos encontrar, porque ninguém conhece o lado mais profundo do que nos pode doer tanto por dentro; e é em tudo isto que a Psicologia Perinatal pode ajudar.
Psicólogas Especialistas em Saúde Perinatal
As Consultas de Psicologia Perinatal são dadas pelas psicólogas especialistas em Saúde Perinatal (Pré-concepção, Gravidez e Pós-parto), a Dr.ª Mónica Tonelo e a Dr.ª Soraia Almeida, no formato online.

Sobre a Dr.ª Mónica Tonelo
Psicóloga Clínica
Cédula Profissional nº 22408
Sou psicóloga clínica, com formação de base em psicologia sistémica pela Universidade de Lisboa. Tenho desenvolvido a minha prática profissional no acompanhamento de crianças, jovens e famílias no contexto do sistema de promoção e proteção; bem como, em contexto clínico, com especial foco no trabalho com casais e com pais.
Acredito na importância das relações humanas e do sistema familiar como pilares do bem-estar emocional, pelo que tenho procurado aprofundar continuamente os meus conhecimentos nas áreas da parentalidade e terapia de casal. Pretendo criar um espaço onde cada pessoa pode explorar os seus desafios e encontrar novas oportunidades nas suas relações.
Realizo atendimentos online para todo o mundo.

Sobre a Dr.ª Soraia Almeida
Psicóloga Clínica
Cédula Profissional nº 22494
Sou a Soraia e sou Psicóloga Clínica e da Saúde. O interesse pela análise do pensamento e comportamento das pessoas surgiu com as demandas da minha adolescência, altura em que me voltei com maior sentir para a minha interioridade, procurando respostas acerca da criança que terei sido e imaginando que Soraia adulta teria recursos para construir. Esta dinâmica de passado, presente e futuro levou-me ao encontro da Psicologia, um lugar de confortos e desconfortos, onde sempre me perco e me encontro.
No acompanhamento psicológico individual de adultos dou lugar à dor do outro, às suas necessidades, procurando, na relação, tratá-las em profundidade com fim a mudanças internas duradouras.
Atualmente, dou consultas online (para qualquer parte do mundo), e tenho trabalhado na área da saúde perinatal, parentalidade, burnout (stress profissional), ansiedade e depressão.
Em que situações as consultas de Psicologia Perinatal podem ajudar?
A Psicologia Perinatal apoia a saúde mental e relacional na transição para a parentalidade, desde o desejo de engravidar, passando pela gravidez e pelo parto, até ao pós-parto (e também em situações de perda). É um acompanhamento indicado para mulheres e pessoas gestantes, pais/parceiros/as, casais, famílias, incluindo diferentes configurações familiares.
Abaixo, deixamos alguns exemplos de temas e queixas comuns.
Pré-concepção (antes de engravidar)
Objetivos frequentes: reduzir ansiedade e ruminação, recuperar sensação de agência, construir um plano emocional para o processo, proteger a relação e a identidade para além do “tentar”.
Quando existe dificuldade em engravidar (com ou sem diagnóstico)
- Tristeza, frustração, sensação de injustiça, ou de que “o meu corpo falhou-me”.
- Ansiedade a cada ciclo (“não consigo pensar noutra coisa”).
- Culpa, vergonha, comparação com outras pessoas e isolamento social.
- Impacto na autoestima, identidade e sexualidade.
- Exaustão emocional com tratamentos, exames, consultas e decisões sucessivas.
Procriação Medicamente Assistida / Infertilidade / Perdas repetidas / Gravidez após perda
- Medo de voltar a passar pelo mesmo.
- Hipervigilância do corpo e sinais, dificuldade em “relaxar”.
- Ambivalência: querer muito e, ao mesmo tempo, sentir medo de desejar.
- Preparação emocional para procedimentos, resultados e mudanças no quotidiano.
Relação e rede de apoio
- Conflitos no casal (ritmos diferentes de esperança, cansaço, investimento financeiro).
- Diferenças na forma de lidar com a infertilidade/perdas (silêncio vs necessidade de falar).
- Definir limites com família/amigos (perguntas invasivas, conselhos não pedidos).
- Tomar decisões alinhadas com valores (prazos, tratamentos, pausas, alternativas).
Gravidez
Objetivos frequentes: fortalecer regulação emocional, reduzir medo e evitamento, preparar o parto e o pós-parto com realismo, integrar a história pessoal nesta fase sem ser “engolida” por ela.
Ansiedade e medo na gravidez
- Crises de ansiedade, medo de perder o bebé, medo de morrer no parto.
- Dificuldade em confiar no corpo, medo do desconhecido (tokofobia).
- Preocupação intensa com exames, ecografias, sintomas e sinais.
- Antecipação catastrófica (“se eu me sinto bem, é porque algo está mal”).
Humor depressivo na gravidez
- Tristeza persistente, irritabilidade, desmotivação, culpa por “não estar feliz”.
- Vontade de chorar, sensação de solidão mesmo com pessoas por perto.
- Falta de ligação à gravidez (“não me sinto grávida”, “não sinto entusiasmo”).
- História de depressão/ansiedade e receio de recaída.
Identidade, corpo e vida emocional
- Alterações na imagem corporal e na relação com o corpo.
- Mudanças na identidade (“quem vou ser?”, “vou deixar de ser eu?”).
- Reativação de histórias anteriores (trauma, perdas, relação com a mãe/pai, experiências de abandono).
Gravidez de risco, complicações ou experiências clínicas exigentes
- Internamentos, restrições, dor, náuseas intensas, medo constante.
- Decisões difíceis e sobrecarga de informação médica.
- Sentir-se “reduzida a um corpo” e perder a experiência subjetiva da gravidez.
Relação de casal e preparação para o pós-parto
- Medo de mudanças no vínculo, na intimidade e na divisão de tarefas.
- Preparar conversas difíceis: expectativas, visitas, limites, finanças, trabalho.
- Construção de um plano de suporte realista (o que ajuda, o que atrapalha).
Pós-parto (primeiras semanas e meses)
Objetivos frequentes: diminuir sofrimento, normalizar sem banalizar, fortalecer vínculo e suporte, trabalhar trauma, recuperar sentido de competência e preservar a relação (quando aplicável).
“Baby blues” vs sofrimento persistente
- Oscilações emocionais, choro fácil, irritabilidade, sensação de fragilidade.
- Quando a tristeza/ansiedade se prolonga, aumenta ou interfere com o dia-a-dia.
- Dificuldade em descansar, desligar ou sentir prazer/ligação.
Depressão pós-parto e ansiedade pós-parto
- Tristeza, vazio, culpa, desesperança, sensação de inadequação (“não sirvo para isto”).
- Preocupação constante, sensação de ameaça, medo de que algo aconteça ao bebé.
- Ataques de pânico, hipervigilância, dificuldade em pedir ajuda.
Perturbação Obsessivo Compulsiva pós-parto e pensamentos intrusivos
- Pensamentos indesejados e assustadores (ex.: medo de magoar o bebé) que geram vergonha e silêncio.
- Rituais, verificações, evitamentos, necessidade de controlo.
- Apoio para distinguir “pensamentos intrusivos” de intenções e reduzir o ciclo de medo-controlo.
Trauma de parto e experiências difíceis
- Parto vivido como ameaçador (sensação de perda de controlo, urgências, dor intensa, cesariana inesperada).
- Flashbacks, evitamento, irritabilidade, choro ao recordar, medo de futuras gravidezes.
- Lidar com separação bebé-mãe (ex.: neonatologia) e sentimentos de impotência.
Amamentação, alimentação e culpa
- Culpa por não conseguir amamentar como desejado, dor, exaustão, pressão externa.
- Tomada de decisão informada e compassiva, alinhada com saúde mental e contexto familiar.
Relação e família após o nascimento
- Crise no casal, ressentimento, perda de intimidade, comunicação em “modo sobrevivência”.
- Desigualdade na carga mental, conflito com familiares, visitas e limites.
- Ajuste de papéis: de casal para família (sem perder o “nós”).
Vinculação, autoimagem e “ser mãe/pai”
- Dificuldade em sentir ligação imediata ao bebé, medo de não amar “como devia”.
- Sentir-se desligada/o, em piloto automático, ou com raiva e culpa.
- Reconstruir confiança interna e um modelo de parentalidade possível, não perfeito.
Luto perinatal e perdas (em qualquer fase)
Perda Gestacional / Neonatal
- Aborto espontâneo, interrupção médica da gravidez, morte fetal/neonatal.
- Luto “invisível” e dificuldade em receber apoio.
- Culpa, raiva, vazio, medo de voltar a tentar, impacto no casal e na sexualidade.
- Rituais de despedida, integração da perda e reconstrução de futuro.
Como funcionam as Consulta de Psicologia Perinatal Online?
1 – Agenda a consulta online
Preenche o formulário desta página e envia-nos o teu pedido de marcação de consulta. Menciona que pretendes agendar uma consulta de Psicologia Perinatal.
Alguém da nossa equipa irá entrar em contacto contigo logo que possível.
2 – Recebe tudo por e-mail
Após confirmarmos o teu agendamento, recebes um e-mail com o resumo da marcação e, para consultas online, o link de acesso Doxy. Se, por algum motivo, esse email ficar “perdido” até à data da tua consulta, não te preocupes! A nossa equipa irá enviar um email de boas vindas na data da tua primeira sessão onde serão relembradas todas as indicações necessárias (o link de acesso à “sala” da psicóloga, os termos e condições, entre outras).
3 – Consulta online segura (Doxy)
No dia e hora agendados, clica no link Doxy, permite o uso de câmara e microfone e aguarda que a terapeuta entre na sala virtual.
Não é preciso instalar apps.
O link do “consultório virtual” que te enviarmos será sempre o mesmo para todas as sessões.
4 – Confidencialidade e privacidade
A Doxy é uma plataforma de teleconsulta segura e encriptada. Recomendamos ligação à internet estável e auscultadores para maior privacidade.
5 – Reagendar ou cancelar
Se precisares de alterar a marcação, deves fazê-lo com a antecedência prevista na nossa política de cancelamento/reagendamento, contactando-nos por e-mail (geral@oteulugar.pt) ou telefone: +351 910 513 839 (rede móvel nacional)
Tens dúvidas? Nós ajudamos!
Qualquer dúvida que tenhas, não hesites em contactar-nos para o + 351 910 513 839 (rede móvel nacional) ou geral@oteulugar.pt, ou através do formulário abaixo.
Qual o preço da consulta de Psicologia Perinatal?
Preço / sessão
A consulta de Psicologia Perinatal online tem o valor de 60€.
Dúvidas sobre Pagamentos
FAQs
Perguntas Comuns
O que se trabalha (na prática) em consulta de Psicologia Perinatal?
- Regulação emocional e ansiedade (estratégias psicológicas adaptadas ao período perinatal).
- Construção de significado: dar lugar ao que se sente, sem vergonha e sem “deverias”.
- Decisões e limites com família, trabalho e rede de apoio.
- Comunicação no casal e divisão realista de tarefas.
- Integração de experiências difíceis (trauma, perdas, partos complexos).
- Prevenção e acompanhamento quando existe histórico de ansiedade/depressão/trauma.
A quem se destina a consulta de Psicologia Perinatal?
Destina-se a mulheres e pessoas gestantes, pais/companheiros/as, casais e famílias, em qualquer fase do ciclo perinatal: pré-concepção (incluindo Procriação Medicamente Assistida/fertilidade), gravidez, pós-parto e luto perinatal. É indicada tanto em situações de sofrimento emocional evidente, como em momentos de transição em que se quer prevenir, ganhar clareza e fortalecer recursos.
O que esperar da 1ª consulta de Psicologia Perinatal?
Na primeira sessão, o foco é compreender o que está a acontecer contigo, o teu contexto e do que precisas agora. Falamos sobre:
- sintomas e emoções (ansiedade, tristeza, medo, culpa, irritabilidade, cansaço);
- história pessoal e relacional relevante (incluindo perdas, trauma, saúde mental prévia);
- rede de apoio, trabalho, sono, relação, expectativas e pressões;
- objetivos práticos para o acompanhamento.
Qual a frequência das sessões?
A frequência é ajustada a cada pessoa e fase. Em geral:
- semanal quando há sofrimento intenso (ex.: ansiedade elevada, depressão pós-parto, trauma, luto recente);
- quinzenal para estabilização, prevenção ou acompanhamento contínuo;
- pontual (sessões avulso) em momentos específicos (ex.: decisão sobre amamentação, preparação para parto, regresso ao trabalho).
Como sei se o que sinto é “normal” ou um sinal de alerta?
Na perinatalidade, muitas emoções são esperadas, mas o “normal” deixa de ser útil quando:
- o sofrimento é persistente (dias/semanas), intenso ou aumenta;
- interfere com sono, alimentação, trabalho, relação, autocuidado;
- sente que está em modo sobrevivência ou sem capacidade de recuperação;
- há pensamentos intrusivos assustadores, culpa esmagadora, desespero ou desligamento.
Se há dúvida, a consulta pode servir precisamente para avaliar e diferenciar o que é transitório do que merece atenção clínica.
Sinto-me sozinha na gravidez. Faz sentido marcar consulta?
Sim. A solidão na gravidez é mais comum do que se pensa, mesmo com pessoas por perto. Em consulta, trabalhamos:
- necessidades emocionais e formas de pedir apoio;
- limites com família/amigos e expectativas irreais;
- construção de rede (e “micro-redes”) de suporte;
- formas de se sentir acompanhada por dentro, não só por fora.
Estou grávida e sinto-me triste. Faz sentido marcar consulta?
Sim. Nem todas as gravidezes são vividas com alegria constante, e isso não faz de ti “má mãe” nem “ingrata”. A tristeza na gravidez pode estar ligada a stress, alterações hormonais, história pessoal, medo, perda, solidão ou depressão. A consulta ajuda a dar sentido ao que sente e a reduzir sofrimento de forma segura.
Tenho receios em relação à gravidez e/ou maternidade. Faz sentido marcar consulta?
Sim. Medos como “não vou conseguir”, “vou falhar”, “e se algo correr mal?”, “e se eu mudar demais?” são frequentes. A consulta ajuda a:
- reduzir ansiedade e antecipação catastrófica;
- preparar cenários realistas (sem dramatizar nem negar);
- reforçar confiança e competências internas;
- trabalhar medo do parto (incluindo tocofobia) e controlo.
Acho que estou com depressão pós-parto. Esta consulta é indicada?
Sim. A Psicologia Perinatal é indicada para depressão pós-parto e também para situações em que “ainda não sabe se é depressão, mas algo não está bem”. Quanto mais cedo houver apoio, melhor o prognóstico. Se for necessário, articular com medicina (por exemplo, psiquiatria) e com a tua equipa de saúde.
A ansiedade na gravidez ou no pós-parto é comum?
É comum. Pode surgir como:
preocupação constante, sensação de ameaça, hipervigilância;
ataques de pânico;
medo de dormir (“e se acontece algo?”), medo de sair, medo de estar sozinha;
ruminação, necessidade de controlo, culpa, entre outros.
Mesmo sendo comum, não tem de ser “aguentada”. Há formas eficazes de aliviar.
Tive uma perda gestacional. A Psicologia Perinatal inclui luto?
Sim. O luto perinatal faz parte da Psicologia Perinatal: aborto espontâneo, interrupção médica da gravidez, morte fetal/neonatal, perdas repetidas e gravidez após perda. Em consulta, há espaço para:
- integrar a perda e a história do bebé;
- lidar com culpa, raiva, vazio e medo;
- apoiar o casal (quando aplicável);
- preparar futuras tentativas/gravidez com mais segurança emocional.
Estas consultas podem ajudar-me a lidar com o insucesso do tratamento de PMA / fertilidade?
Sim. O insucesso em PMA/fertilidade pode ser emocionalmente devastador e muito solitário. Trabalhamos:
- luto pelo “mês/embrião/projeto” que não avançou;
- gestão de esperança vs exaustão;
- tomada de decisões (continuar, pausar, mudar estratégia, redefinir caminhos);
- impacto no casal, sexualidade, identidade e relação com o corpo.
Estou a tentar engravidar e estou emocionalmente esgotada. Faz sentido marcar consulta?
Sim. Muitas pessoas só procuram ajuda quando “já não aguentam”. A consulta pode apoiar a criar um plano de sobrevivência emocional:
- reduzir ruminação e autoacusação;
- reorganizar energia e limites;
- recuperar vida para além do “tentar”;
- reforçar recursos individuais e do casal.
O pai / companheiro pode participar nas consultas?
Sim. Pode ser consulta individual, do casal, ou sessões mistas (algumas consigo, outras a dois). Em muitos casos é útil para:
- alinhar expectativas, tarefas e formas de apoiar;
- melhorar comunicação e reduzir conflitos;
- dar lugar também à experiência emocional do pai/companheiro/a.
Tenho culpa por não conseguir amamentar / por querer desmamar. Isso é tema para esta consulta?
Sim. A amamentação (ou o desmame) pode ser vivida com muita pressão, dor e culpa. Em consulta, ajudamos a:
- separar “ideais” de “possíveis”;
- tomar decisões informadas e compassivas;
- trabalhar sentimentos de falha, críticas externas e autoexigência;
- proteger a saúde mental e o vínculo, independentemente do método de alimentação.
O meu casamento / relacionamento piorou após o nascimento do meu filho. A Psicologia Perinatal é adequada para esta situação?
Sim. O pós-parto é um dos períodos de maior stress para o casal. A Psicologia Perinatal pode apoiar:
- conflitos sobre divisão de tarefas e carga mental;
- quebra de intimidade e desgaste emocional;
- ressentimento, solidão e comunicação em “modo ataque/defesa”;
- reconstrução do “nós” numa nova fase.
A Psicologia Perinatal é adequada para ajudar a lidar com o medo de engravidar?
Sim. O medo de engravidar pode surgir por história de perdas, trauma, experiências médicas difíceis, ansiedade, ou ambivalência face à maternidade. Em consulta, trabalhamos:
- origem e função do medo (o que tenta proteger?);
- segurança, limites e plano realista;
- regulação emocional e tomada de decisão alinhada com valores.
O “baby blues” é o mesmo que depressão pós-parto?
Não. O baby blues costuma surgir nos primeiros dias após o parto e tende a melhorar em cerca de 1–2 semanas. A depressão pós-parto é mais persistente, intensa e interfere com o funcionamento. Se a tristeza e a ansiedade não abrandam, faz sentido pedir ajuda.
Tenho pensamentos intrusivos assustadores (ex.: medo de magoar o bebé). Isto significa que sou perigosa?
Na maioria dos casos, não. Pensamentos intrusivos podem ocorrer no pós-parto, especialmente com ansiedade/POC. O sofrimento vem precisamente do facto de serem pensamentos indesejados. Em consulta, ajudamos a reduzir medo, vergonha e estratégias de controlo que alimentam o ciclo. (E, se houver risco real, avaliamos e encaminhamos com segurança.)
A consulta é só para mães?
Não. É para mães/pessoas gestantes, pais/companheiros/as, e casais. A transição para a parentalidade mexe com todos e o apoio também.
Estas consultas funcionam bem online?
Sim, em muitos casos. A modalidade online pode ser especialmente útil no pós-parto (por logística, cansaço e rotina do bebé). O importante é garantir privacidade, conforto e um espaço seguro para falar.
Quando devo procurar ajuda com urgência?
Procure ajuda imediata (e contacte o SNS/112, se necessário) se existirem:
- pensamentos de autoagressão, desespero intenso ou vontade de “desaparecer”;
- ideias de magoar o bebé com intenção ou perda de controlo;
- sintomas psicóticos (ex.: confusão marcada, delírios, alucinações).
Têm protocolo com seguradoras?
Somos provedores “fora da rede”, pelo que não temos nenhum protocolo específico. Todos os pagamentos devem ser feitos antecipadamente e, no caso de teres algum tipo de subsistema de saúde (ex. ADSE, SAMS…) podemos colocar na fatura, além dos teus dados pessoais, o teu número de beneficiário/a para seres reembolsado/a pelos mesmos (este reembolso é sujeito às condições do subsistema de saúde que tiveres).
Qual é a vossa política de cancelamentos/reagendamentos?
Por favor consulta a nossa política de cancelamento / agendamento.
Que métodos de pagamento aceitam?
Para as consultas online, como é o caso atual da consulta de aconselhamento parental, aceitamos multibanco, visa, mastercard, transferencia bancária, MBway.
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