Especialistas em Depressão Pós-parto
Agenda uma consulta online ou presencial (Coimbra) com um psicólogo ou psiquiatra d’O Teu Lugar
O pós-parto é uma fase de enorme transformação física, emocional, relacional e identitária. Mesmo quando existe desejo, amor pelo bebé e uma rede de apoio, este período pode ser vivido com grande vulnerabilidade psíquica. Para algumas mulheres, o que começa como cansaço, choro fácil, irritabilidade ou sensação de estranheza vai ganhando intensidade e persistência, podendo traduzir-se numa depressão pós-parto. A Organização Mundial da Saúde refere que, globalmente, cerca de 13% das mulheres no período pós-parto experienciam uma perturbação mental, sobretudo depressão. Estas dificuldades podem ser atenuadas, e a sua identificação precoce faz diferença para a mãe, para o bebé e para a dinâmica familiar.
A depressão pós-parto não significa falta de amor pelo bebé, nem ingratidão, nem fragilidade pessoal. É uma condição de saúde mental real, que pode afetar o humor, o sono, a energia, a vinculação, a confiança no próprio papel parental e a capacidade de usufruir desta fase. Também pode ter impacto no funcionamento familiar e, quando não é acompanhada, pode afetar a interação com o bebé e o bem-estar da díade mãe-bebé.
Na Clínica O Teu Lugar, contamos com psicólogos e uma psiquiatra com experiência em Saúde Perinatal, incluindo o acompanhamento da depressão pós-parto. Dispomos de consultas presenciais em Coimbra e de consultas online, para que possas ter apoio onde quer que estejas.
A Equipa
Psicólogos especialistas em Depressão Pós-parto
A nossa equipa é composta por profissionais dedicados e experientes, comprometidos em prestar o melhor cuidado possível, através de uma atualização e formação contínuas. Com especializações e experiência em diversas áreas da saúde mental, incluindo a depressão pós-parto, quer seja no formato de consulta online ou presencial: és tu que escolhes a modalidade mais confortável para ti, com a segurança e a garantia de que o nosso compromisso contigo é exatamente o mesmo!
Estamos aqui para oferecer o suporte necessário em cada passo da tua jornada.

Dr.ª Soraia Almeida
Nº de Cédula: 22494
- Psicologia Clínica e da Saúde – Psicodinâmica
Áreas de Intervenção: perturbações de ansiedade, depressão, burnout, gravidez e maternidade/paternidade, aconselhamento parental.

Dr.ª Mónica Tonelo
N.º de Cédula: 22408
- Psicóloga Clínica
- Terapia de Casal
- Parentalidade
Áreas de Intervenção:
- Relações, família e decisões de vida (dificuldades interpessoais, infidelidade, decisões de união, transições);
- Sexualidade e intimidade (desejo, orientação sexual, aconselhamento afetivo-sexual);
- Aconselhamento Parental.

Dr.ª Gabriela Lopes
N.º de Cédula: 026591
- Psicóloga Clínica
- Psicologia Sistémica e Familiar
- Terapia de Casal
- Parentalidade
Áreas de Intervenção:
- Desenvolvimento pessoal, autoestima, problemas relacionais;
- Relações, família e decisões de vida (dificuldades interpessoais e relacionais, crise, conflito, divórcio, transições no ciclo de vida);
- Sexualidade e intimidade (aconselhamento afetivo-sexual);
- Dependências/Adições;
- Aconselhamento Parental.
Psiquiatra especialista em Depressão Pós-parto
Em alguns casos, a articulação com psiquiatria pode ser especialmente importante. Quando os sintomas são mais intensos, persistentes ou incapacitantes, quando existe grande sofrimento psíquico, insónia marcada, agravamento funcional, antecedentes psiquiátricos, dúvidas sobre medicação, ou necessidade de avaliar opções farmacológicas compatíveis com o pós-parto e, em muitos casos, com a amamentação, o acompanhamento por uma psiquiatra pode ser muito útil. As recomendações clínicas reconhecem que a depressão pós-parto pode exigir psicoterapia, medicação, ou ambas, dependendo da gravidade e do quadro clínico.

Dr.ª Carolina Almeida
Nº de Cédula: 63378
- Psiquiatria
Áreas de Intervenção: depressão e ansiedade, stress e burnout, perturbações do sono, perturbação de hiperatividade e défice de atenção, demências, obsessões e compulsões, doença bipolar, psicose, adições, comportamento alimentar.
Onde estamos
A nossa Clínica está sediada na cidade de Coimbra, em Celas, perto do Hospital e de vários serviços de saúde, onde dispomos de consultas presenciais em várias áreas da Psicologia, Psicoterapia e Psiquiatria.
Morada: R. São Teotónio 39 sala 2, Celas, 3000-377 Coimbra
As consultas de psicologia ou psiquiatria também podem ser feitas em formato online para qualquer lugar do mundo.

Sobre a Depressão Pós-parto
O que é a depressão pós-parto?
A depressão pós-parto é uma perturbação depressiva que surge após o nascimento de um bebé. Pode incluir tristeza persistente, perda de prazer em atividades que anteriormente eram prazerosas, ansiedade, irritabilidade, culpa, desesperança, dificuldade em descansar, sensação de incapacidade e sofrimento na relação consigo própria, com o bebé ou com a nova realidade. Não se trata apenas de “andar mais sensível” ou “estar cansada”: é uma condição clínica real e tratável.
Que tipos de depressão pós-parto existem?
Embora no uso comum se fale genericamente de “depressão pós-parto”, clinicamente pode haver apresentações diferentes.
Depressão pós-parto de início precoce
Surge nas primeiras semanas ou meses após o parto, sendo a forma mais facilmente reconhecida.
Depressão pós-parto tardia
Há mulheres que só começam a sentir um agravamento emocional mais tarde, vários meses depois do parto. Em enquadramentos clínicos mais amplos, fala-se muitas vezes em depressão perinatal ou em depressão no primeiro ano após o parto, precisamente porque os sintomas podem emergir ou tornar-se mais claros ao longo desse período.
Depressão pós-parto com diferentes graus de intensidade
Os sintomas podem ser ligeiros, moderados ou graves. Em casos mais graves, pode haver ideação suicida, incapacidade marcada para cuidar de si ou do bebé, ou sinais que exigem avaliação urgente. A psicose pós-parto é uma condição distinta, rara e de emergência, diferente da depressão pós-parto.
Depressão pós-parto paterna
Os pais e parceiros também podem desenvolver depressão após o nascimento de um bebé. Fontes clínicas do National Health Service reconhecem que pais e parceiros também podem ter depressão depois de um bebé nascer, e a literatura científica recente tem vindo a reforçar a relevância clínica desta realidade.
Quais as causas da depressão pós-parto?
A depressão pós-parto não tem uma única causa. Costuma resultar da conjugação de vários fatores biológicos, psicológicos e relacionais.
Fatores biológicos
As alterações hormonais do pós-parto, a privação de sono, o impacto físico do parto e a recuperação corporal podem aumentar a vulnerabilidade emocional.
Fatores psicológicos
História prévia de depressão, ansiedade, trauma, perfeccionismo, elevada autocrítica, medo de falhar enquanto mãe e dificuldade em adaptar-se às mudanças identitárias podem contribuir.
Fatores contextuais e relacionais
Falta de apoio, conflitos no casal, isolamento, dificuldades na amamentação, bebé com necessidades acrescidas, gravidez ou parto vividos com sofrimento, pressão social e exaustão acumulada podem ter um peso importante.
Quais os sintomas da depressão pós-parto?
Os sintomas podem variar de pessoa para pessoa, mas tendem a prolongar-se no tempo e a interferir no bem-estar e no funcionamento diário.
Sintomas emocionais
- Tristeza persistente
- Choro frequente
- Irritabilidade
- Ansiedade intensa
- Sentimento de culpa
- Vergonha
- Sensação de vazio
- Desesperança
- Sensação de não estar a ser “boa mãe”
Sintomas cognitivos
- Pensamentos negativos recorrentes
- Dificuldades de concentração
- Dúvidas constantes sobre a própria competência
- Sensação de estar desligada de si ou do bebé
- Pensamentos intrusivos ou medo de que algo corra mal
Sintomas físicos e comportamentais
- Fadiga intensa
- Alterações do sono para lá do esperado pelos cuidados ao bebé
- Alterações do apetite
- Perda de energia
- Afastamento social
- Dificuldade em cuidar de si
Sintomas relacionais
- Dificuldade em sentir prazer
- Dificuldade em vincular ao bebé
- Afastamento do companheiro ou da rede de apoio
- Sensação de solidão, mesmo acompanhada
Como tratar a depressão pós-parto?
A depressão pós-parto tem tratamento. O mais importante é não minimizar o sofrimento e procurar apoio.
Apoio psicológico
A psicoterapia é um espaço fundamental para compreender o que estás a viver, aliviar a culpa, nomear emoções difíceis, reforçar recursos internos, trabalhar a vinculação e apoiar a adaptação ao puerpério e à parentalidade.
Apoio psiquiátrico
Quando os sintomas são moderados a graves, persistentes, ou quando existe risco significativo, pode ser necessária avaliação psiquiátrica e, em alguns casos, medicação. A depressão pós-parto pode ser tratada com medicação, psicoterapia ou ambas.
Intervenção na rede de apoio
Também pode ser importante intervir no contexto: descanso, divisão de tarefas, apoio familiar, validação emocional, orientação do parceiro e redução do isolamento.
Acompanhamento integrado
Em alguns casos, a melhor abordagem passa pela articulação entre psicologia, psiquiatria e outros profissionais da saúde perinatal.
Quando deves procurar apoio psicológico?
Deves procurar apoio psicológico quando:
- A tristeza, ansiedade ou irritabilidade persistem;
- O sofrimento interfere com o teu dia a dia;
- Sentes culpa, vazio ou desesperança;
- Tens dificuldade em descansar ou desligar;
- Sentes dificuldade em vincular ao bebé;
- Deixaste de sentir prazer;
- Sentes que não estás a conseguir lidar com esta fase;
- Os sintomas já não parecem apenas “baby blues”.
O NHS refere que os baby blues costumam melhorar em até 2 semanas; se os sintomas persistirem, agravarem ou estiveres com dificuldade em lidar com eles, é importante pedir ajuda.
Quando recorrer à psiquiatra?
Faz sentido recorrer à psiquiatra quando:
- Os sintomas são intensos ou incapacitantes;
- Existe insónia marcada;
- Há antecedentes de depressão, ansiedade grave, perturbação bipolar ou outras dificuldades psiquiátricas;
- Existe dúvida sobre medicação no pós-parto ou durante a amamentação;
- Os sintomas não melhoram com o apoio inicial;
- Surgem pensamentos de autoagressão, suicídio ou sinais de grande desorganização psíquica.
Se existirem sintomas muito graves, confusão intensa, agitação extrema, ideias delirantes ou perda de contacto com a realidade, isso pode apontar para uma situação diferente e urgente, como psicose pós-parto, que exige avaliação médica imediata.
Qual o preço das consultas?
As consultas de psicologia perinatal têm um valor de 60€ em formato online e 70€ para o formato presencial (em Coimbra).
As consultas de psiquiatria têm um valor de 90€ (online ou presencial), exceto a 1ª consulta, que custa 95€.
Dúvidas sobre Pagamentos
FAQs
Perguntas Frequentes
O que esperar da primeira consulta?
A primeira consulta é um espaço de escuta, acolhimento e compreensão clínica. O objetivo é perceber o que estás a sentir, quando começou, como está a afetar o teu dia a dia, a tua relação contigo, com o bebé e com a tua rede de apoio, e definir contigo o acompanhamento mais indicado.
As consultas podem ser online?
As consultas de psicologia podem ser feitas em formato online para qualquer lugar do mundo.
No dia da consulta, basta clicares no link de acesso que te enviámos no momento da marcação, permitindo a utilização da câmara e do microfone para uma comunicação clara.
A consulta será realizada na plataforma Doxy, uma plataforma de teleconsulta segura e encriptada. É uma plataforma intuitiva e não requer qualquer instalação prévia.
Qual é a duração das sessões?
As sessões individuais são de 45-50 minutos.
Com que frequência devo ter as consultas?
A frequência depende do que estás a viver e da intensidade dos sintomas. Em muitos casos, sobretudo no início, faz sentido um acompanhamento semanal. Depois, a frequência pode ser ajustada em função da evolução clínica.
Como é feito o diagnóstico da depressão pós-parto?
O diagnóstico é clínico e feito através da avaliação dos sintomas, da sua duração, intensidade e impacto no funcionamento. Podem ser também utilizadas ferramentas de rastreio e avaliação psicológica para a avaliação de sintomas depressivos.
A depressão pós-parto tem cura?
Tem tratamento e pode melhorar significativamente com acompanhamento adequado. Quanto mais cedo houver reconhecimento e apoio, maior a probabilidade de recuperação e de redução do impacto na mãe, no bebé e na família.
Quanto tempo depois do parto pode surgir?
Pode surgir nas primeiras semanas, mas também pode aparecer ou tornar-se mais evidente mais tarde. Em muitos enquadramentos clínicos, considera-se relevante todo o primeiro ano após o parto.
Quais as consequências da depressão pós-parto para o bebé?
Quando não acompanhada, a depressão pós-parto pode afetar a interação mãe-bebé, a vinculação e alguns aspetos do desenvolvimento emocional e relacional da criança. Isto não significa que o bebé ficará inevitavelmente prejudicado, mas sim que pedir ajuda é importante também para proteger esta relação.
Os homens pais também podem ter “depressão pós-parto”?
Sim. Pais e parceiros também podem desenvolver quadros depressivos depois do nascimento de um bebé, e a investigação científica atual tem vindo a dar mais visibilidade a esta realidade.
Qual a diferença entre baby blues e depressão pós-parto?
Os baby blues são muito comuns nos primeiros dias após o parto e costumam incluir choro fácil, maior sensibilidade, ansiedade ou irritabilidade, resolvendo geralmente em até 2 semanas. A depressão pós-parto tende a ser mais intensa, mais persistente e mais incapacitante.
Existe depressão pós-parto tardia (exemplo: 1 ano depois do parto)?
Pode haver sofrimento depressivo clinicamente relevante que surge ou se torna evidente depois do primeiro ano após o nascimento. No entanto, a maioria das abordagens usa o termo mais amplo depressão perinatal com referência ao primeiro ano pós-parto, o que não significa que não pode haver depressão/quadros depressivos depois desse período e associados aos mesmos fatores; mas, habitualmente, o conceito de depressão pós-parto/perinatal refere-se apenas ao primeiro ano após o nascimento.
Quanto tempo pode durar a depressão pós-parto?
A duração varia bastante. Sem apoio, pode prolongar-se durante meses; com tratamento, tende a melhorar. O tempo de recuperação depende da gravidade, da história clínica, da rede de apoio e do acompanhamento recebido.
Posso tomar antidepressivos durante a amamentação?
Em alguns casos, sim, mas essa decisão deve ser sempre individualizada e acompanhada por médica/o. A evidência clínica e bases como a LactMed mostram que alguns antidepressivos são considerados compatíveis ou preferenciais durante a amamentação em determinados contextos. A decisão deve ponderar o quadro clínico da mãe, o bebé, a história terapêutica e os riscos de tratar versus não tratar.
É normal sentir tristeza no pós-parto sem ser depressão?
Sim. O pós-parto é uma fase exigente e é possível sentir tristeza, fragilidade, ambivalência ou maior sensibilidade sem que isso corresponda a uma depressão. A diferença costuma estar na intensidade, duração e impacto do que estás a sentir.
Posso pedir ajuda mesmo que ainda não tenha a certeza do que se passa?
Sim. Não é preciso ter um diagnóstico fechado para procurar apoio. Muitas vezes, o mais importante é precisamente poder perceber, com acompanhamento, se se trata de baby blues, depressão pós-parto, ansiedade pós-parto, exaustão extrema, luto, trauma de parto ou outra dificuldade emocional relevante.
Qual é a vossa política de cancelamentos/reagendamentos?
Pedimos aviso com antecedência mínima de 48h. Faltas ou cancelamentos tardios podem implicar cobrança, salvo imprevistos justificados.
Por favor consulta a nossa política de cancelamento / agendamento.
As consultas de psicologia são confidenciais?
Sim, com exceções legais/deontológicas (risco sério para ti/terceiros, proteção de menores ou pessoas vulneráveis). Em qualquer caso, procuramos falar contigo antes de qualquer passo.
Como tratam os meus dados pessoais?
Cumprimos o RGPD e as normas deontológicas: confidencialidade, mínima informação necessária e armazenamento seguro. Explicamos tudo no consentimento informado e/ou nos termos e condições que deves ler e aceitar antes do pagamento da tua consulta.
Têm protocolo com seguradoras?
Somos provedores “fora da rede”, pelo que não temos nenhum protocolo específico. Todos os pagamentos devem ser feitos antecipadamente e, no caso de teres algum tipo de subsistema de saúde (ex. ADSE, SAMS…) podemos colocar na fatura, além dos teus dados pessoais, o teu número de beneficiário/a para seres reembolsado/a pelos mesmos (este reembolso é sujeito às condições do subsistema de saúde que tiveres).
Que métodos de pagamento aceitam?
Presencialmente aceitamos pagamento em numerário, multibanco ou transferência bancária.
Online, aceitamos multibanco, visa, mastercard, transferencia bancária, MBway
Emitem recibos e documentação?
Sim, emitimos recibos (enquadrados legalmente enquanto despesas de saúde), podemos elaborar declarações/relatórios clínicos quando clinicamente apropriado e com o teu consentimento informado.
Porque escolher O Teu Lugar para tratar a Depressão Pós-parto
Na Clínica O Teu Lugar, quer seja presencialmente em Coimbra, quer seja em formato online para onde quer que estejas, temos uma equipa de psicólogos e uma psiquiatra especialista em Saúde Perinatal, incluindo depressão pós-parto, com vários anos de experiência e com o conhecimento que precisas para te ajudar neste processo. Porque é importante que saibas que não precisas de passar por isto sozinho/a!
O que dizem de nós
Testemunhos
Por questões éticas protegemos identidade dos pacientes que tiveram a generosidade de partilhar os seus testemunhos e experiências.
Como funciona o processo de agendamento?
1 – Agenda a consulta em minutos
O processo de agendamento é simples e intuitivo. Tens duas opções:
- Se já souberes qual é o psicólogo com quem queres agendar consulta:
Basta acederes à sua página profissional (clicando num dos profissionais acima), clicar em “Marcar Consulta” e, na plataforma de agendamento para a qual és direcionado/a, escolher o horário que melhor se adequa às tuas necessidades.
No agendamento, poderás optar pela consulta presencial ou online, de acordo com a tua preferência.
- Se ainda não souberes com quem queres agendar consulta ou tiveres dúvidas:
Entra em contacto connosco; temos todo o gosto em ajudar!
2 – Recebe os detalhes por e-mail
Depois de escolheres a data e a hora na plataforma de agendamento, irás receber um e-mail de confirmação com todos os detalhes da consulta, incluindo, no caso das sessões online, o link de acesso à plataforma Doxy.
Se, por algum motivo, esse email ficar “perdido” até à data da tua consulta, não te preocupes! A nossa equipa irá enviar um email de boas vindas na data da tua primeira sessão onde serão relembradas todas as indicações necessárias (o link de acesso à sala do teu terapeuta, os termos e condições, entre outras).
Reagendar ou cancelar
Se precisares de alterar a marcação, deves fazê-lo com a antecedência prevista na nossa política de cancelamento/reagendamento, contactando-nos por e-mail (geral@oteulugar.pt) ou telefone: +351 910 513 839 (rede móvel nacional)
Tens dúvidas? Nós ajudamos!
Qualquer dúvida que tenhas, não hesites em contactar-nos para o + 351 910 513 839 (rede móvel nacional) ou geral@oteulugar.pt, ou através do formulário abaixo.
Direção Clínica
A Direção Clínica d’O Teu Lugar é assegurada pela Dr.ª Ana Fidalgo e pela Dr.ª Liliana Marques, psicólogas clínicas e cofundadoras da clínica. É a partir do seu olhar atento, ético e profundamente humano que são definidos os critérios de qualidade da clínica, bem como a forma como acolhem, encaminham e acompanham cada pessoa que nos procura.
Em conjunto com a equipa, contribuem para que a prática clínica se alinhe com os princípios e valores d’O Teu Lugar: ética e confidencialidade, relações empáticas e não-hierárquicas, reconhecimento da complexidade de cada história, respeito pela diversidade e valorização da individualidade de quem acompanhamos.
O compromisso da Direção Clínica é simples e profundo: que, connosco, sintas que o teu universo é bem-vindo e que estás num espaço seguro para seres exatamente quem és.

Dr.ª Ana Fidalgo (à esquerda) e Dr.ª Liliana Marques (à direita)
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Todos enfrentamos desafios e momentos difíceis. O apoio psicológico pode ser útil para qualquer pessoa, independentemente da sua situação ou personalidade. Não precisa de ser apenas para casos extremos; é um recurso positivo que pode melhorar a vida de todos.
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