Especialistas em Burnout
Agenda uma consulta online ou presencial (Coimbra) com um psicólogo ou psiquiatra d’O Teu Lugar
Há fases em que tudo nos exige e tudo nos pesa mais do que, por vezes, sentimos que somos capazes de suportar: desde o trabalho/local de estudos até à vida familiar (maternidade/paternidade). É na linha ténue em que a exigência se torna superior à capacidade que o alarme interno deve soar: o burnout exige que pares. E parar não significa “ficar de baixa para recuperar” ou “ir ao psiquiatra/psicólogo para me darem medicação para burnout e estratégias”. É parar para balanço: fazer uma avaliação médica e intervir nos sintomas exacerbados quando necessário, mas acima de tudo perceber o que está a ser prejudicial e reajustar padrões de funcionamento disfuncionais. “Fazer uma pausa” do contexto que nos adoece, por si só, não ajuda no tratamento e recuperação do burnout; é preciso compreender o que precisamos de mudar em nós e, consequentemente, no contexto.
Na Clínica O Teu Lugar, quer seja presencialmente em Coimbra, quer seja em formato online para onde quer que estejas, temos uma equipa de psicólogos e uma psiquiatra especialistas em burnout, com vários anos de experiência e com o conhecimento que precisas para te ajudar neste processo. Porque este balanço também passa por saberes que não precisas de passar por isto sozinho!
A Equipa
Psicólogos Especialistas em Burnout
A nossa equipa é composta por profissionais dedicados e experientes, comprometidos em prestar o melhor cuidado possível, através de uma atualização e formação contínuas. Com especializações e experiência em diversas áreas da saúde mental, incluindo burnout, quer seja no formato de consulta online ou presencial: és tu que escolhes a modalidade mais confortável para ti, com a segurança e a garantia de que o nosso compromisso contigo é exatamente o mesmo!
Estamos aqui para oferecer o suporte necessário em cada passo da tua jornada.

Dr.ª Ana Diniz Vieira
Nº de Cédula: 30219
- Psicologia Clínica e da Saúde – Psicodinâmica
- Abordagem Cognitivo-Comportamental
- Abordagem Sistémica
Áreas de Intervenção: Perturbações de ansiedade e pânico; desenvolvimento pessoal (autoconhecimento, autoestima, autoconfiança, inseguranças); relações interpessoais/questões relacionais; depressão; burnout; preparação e acompanhamento de fases de transição.

Dr. Fábio Pereira
Nº de Cédula: 24684
- Psicologia Clínica e da Saúde – Integrativa
- Hipnose Clínica
- Psicoterapia (em formação)
Áreas de Intervenção: Perturbações de ansiedade e do humor/depressivas, obesidade e perturbações alimentares, perturbação obsessivo-compulsiva, adições, perturbações do sono, burnout/stress, luto e perda, dificuldades relacionais e/ou outros desequilíbrios emocionais não especificados.

Dr.ª Soraia Almeida
Nº de Cédula: 22494
- Psicologia Clínica e da Saúde – Psicodinâmica
Áreas de Intervenção: perturbações de ansiedade, depressão, burnout, gravidez e maternidade/paternidade, aconselhamento parental.

Dr.ª Raquel Pinto
Nº de Cédula: 26678
- Psicologia Clínica e da Saúde – Cognitivo Comportamental
- Neuropsicologia
- Psicoterapia EMDR
Áreas de Intervenção: Trauma, perturbações de ansiedade, perturbações de humor (depressão), perturbação obsessivo-compulsiva, Perturbação de Hiperatividade e Défice de Atenção (PHDA), desenvolvimento pessoal, luto, relacionamento interpessoal.

Dr. Pedro Fernandes
Nº de Cédula: 23037
- Psicologia Clínica e da Saúde – Integrativa
- Avaliação e Reabilitação Neuropsicológica da infância à idade adulta
Áreas de Intervenção: Perturbações de ansiedade, perturbações de humor, perturbações obsessivo-compulsivas, perturbações de personalidade, desenvolvimento pessoal (autoconhecimento).

Dr.ª Sofia Araújo
N.º de Cédula: 134712
- Psicóloga Junior em Psicologia Clínica e da Saúde – Psicodinâmica
Áreas de Intervenção: ansiedade, depressão, burnout, dificuldades de relacionamento e autoestima.
Psiquiatra Especialista em Burnout
A Consulta de Psiquiatria pode ser fundamental no diagnóstico e tratamento dos sintomas associados ao burnout. Através de uma avaliação médica, é possível obter ou sustentar o diagnóstico (incluindo comorbilidades, diagnóstico diferencial) e, consequentemente, perceber se faz sentido haver uma intervenção farmacológica para o tratamento dos sintomas associados ao burnout. A psiquiatra especialista em Burnout é a Dr.ª Carolina Carvalho Almeida.

Dr.ª Carolina Almeida
Nº de Cédula: 63378
- Psiquiatria
Áreas de Intervenção: depressão e ansiedade, stress e burnout, perturbações do sono, perturbação de hiperatividade e défice de atenção, demências, obsessões e compulsões, doença bipolar, psicose, adições, comportamento alimentar.
Avaliação de Burnout
A avaliação de burnout consiste num processo clínico estruturado que explora exaustão emocional, distanciamento/cinismo em relação ao trabalho e sensação de ineficácia em outros contextos (ex. maternidade/paternidade, escola/local de estudo…), combinando entrevista psicológica e questionários validados para compreender o impacto na saúde e orientar o plano de intervenção.
A Avaliação de Burnout inclui: Avaliação Psicológica de Burnout (2 sessões) + Avaliação Psiquiátrica (1 sessão).
NOTA: não inclui relatórios de avaliação.
Consulta de Psicologia para Burnout
As consultas de psicologia para burnout são indicadas para pessoas que apresentam sinais de exaustão emocional ou física, mesmo que ainda estejam a conseguir “funcionar” no dia a dia. Na consulta de psicologia podes trabalhar padrões emocionais e/ou de funcionamento (cognitivos e comportamentais) associados ao estado de burnout.
As sessões duram cerca de 50 minutos e a periodicidade é estabelecida entre ti e o teu terapeuta, sendo que, numa fase inicial, recomendamos uma regularidade semanal ou quinzenal. A duração esperada do processo é diferente para cada pessoa e respeita o ritmo de cada um.
Consulta de Burnout em Coimbra
A nossa Clínica está sediada na cidade de Coimbra, em Celas, perto do Hospital e de vários serviços de saúde, onde dispomos de consultas presenciais em várias áreas da Psicologia, Psicoterapia e Psiquiatria.
Consulta de Burnout Online
As consultas de burnout, quer sejam de psicologia ou psiquiatria, também podem ser feitas em formato online para qualquer lugar do mundo.
Sobre o Burnout
O Burnout é um estado de exaustão física e psicológica, habitualmente associado ao contexto de trabalho, mas que se sabe hoje que pode estar associado a outras dimensões de vida (ex. contexto familiar – paternidade/maternidade – e contexto escolar).
Causas do Burnout
1. Sobrecarga de trabalho
- Excesso de tarefas;
- Prazos apertados constantes;
- Falta de pausas ou descanso adequado
2. Falta de controlo
- Pouca autonomia nas decisões
- Sensação de não ter influência sobre o próprio trabalho
3. Ambiente de trabalho tóxico
- Conflitos frequentes
- Falta de apoio da chefia ou colegas
- Assédio moral
4. Falta de reconhecimento
- Esforço não valorizado
- Feedback inexistente ou apenas negativo
5. Desequilíbrio entre vida pessoal e profissional
- Trabalhar fora do horário com frequência
- Dificuldade em “desligar” do trabalho
6. Falta de propósito ou desalinhamento de valores
- Sentir que o trabalho não tem significado
- Valores pessoais em conflito com a cultura da empresa
7. Pressão emocional constante
- Profissões de ajuda (ex: saúde, educação)
- Exposição contínua a sofrimento ou conflitos
Sintomas do Burnout
1. Exaustão extrema (física e emocional)
- Cansaço constante, mesmo após descansar
- Sensação de estar “no limite”
- Falta de energia para tarefas simples
- Dores de cabeça, tensão muscular, problemas de sono.
2. Distanciamento mental do trabalho
- Cinismo ou atitude negativa em relação ao trabalho
- Irritabilidade com colegas ou clientes
- Perda de empatia
- Sensação de indiferença ou frieza emocional
3. Redução da eficácia profissional
- Dificuldade de concentração
- Quebras de produtividade
- Sensação de incompetência
- Procrastinação frequente
4. Outros sinais associados
- Ansiedade
- Alterações de apetite
- Isolamento social
- Choro fácil
- Pensamentos de desistência
Em que consiste o tratamento do Burnout?
O tratamento do Burnout não é “uma receita única”. É um plano adaptado à vida real, com objetivos concretos.
Ele pode incluir:
1) Psicoeducação
Compreender o que é (e o que não é) Burnout e identificar fatores de risco e de manutenção: excesso de carga e urgências constantes, falta de controlo/autonomia, conflitos de valores, reconhecimento insuficiente, fronteiras frágeis entre trabalho e vida pessoal, e padrões internos como perfeccionismo, hiper-responsabilidade e dificuldade em parar.
De forma prática, ajudar a:
- distinguir cansaço normal de exaustão crónica (e o “descanso que não repara”);
- perceber como o stress prolongado mexe com o corpo e a mente (sono, irritabilidade, concentração, memória, dores, imunidade);
- reconhecer sinais precoces (aumento de erros, procrastinação por exaustão, menor tolerância, isolamento, perda de prazer, sensação de “piloto automático”) para agir antes do “colapso”;
- construir um mapa pessoal do que drena e do que recarrega, para orientar mudanças realistas no dia-a-dia.
2) Avaliação clínica e exploração do contexto
Antes de “corrigir”, é preciso perceber o que está a manter o problema: carga e ritmo de trabalho, falta de autonomia, conflitos de valores, exigência/perfeccionismo, insegurança, ambiente tóxico, acumulação de papéis (cuidar, trabalhar, gerir casa), e recursos disponíveis. Aqui também se rastreiam com cuidado comorbilidades frequentes (ansiedade, depressão, perturbações do sono) e fatores médicos a excluir quando necessário.
3) Regulação fisiológica e recuperação do sistema nervoso
Burnout é também um estado do corpo. Intervenções simples e consistentes podem ser decisivas: higiene do sono, micro-pausas programadas, alimentação e hidratação minimamente estáveis, movimento ajustado (sem “treinar” a exaustão), respiração/relaxamento, exposição à luz natural e redução estratégica de estimulantes (cafeína, ecrãs à noite). O objetivo é dar ao organismo condições para sair do modo de sobrevivência.
4) Gestão de energia e limites
Trabalha-se a capacidade de dizer “não”, renegociar prazos, proteger tempo de recuperação e reduzir a disponibilidade permanente. Inclui decisões práticas: limites a e-mails/mensagens fora de horas, reuniões com agenda, blocos de foco, pausas reais, e um plano para lidar com pedidos urgentes sem entrar em modo “tudo ou nada”.
5) Reestruturação cognitiva e relação com a exigência
Muitas pessoas em burnout funcionam com regras internas rígidas (“tenho de aguentar”, “se falho, decepciono”, “descansar é preguiça”). A terapia pode ajudar a flexibilizar estas crenças, reduzir ruminação e autocrítica, e construir um padrão de desempenho sustentável onde valor e competência não dependem de estar sempre no limite.
6) Negociação de intervenções no trabalho (quando possível)
Às vezes o tratamento implica mudanças reais no contexto: ajustar funções, redistribuir carga, clarificar expectativas, pedir recursos, negociar autonomia, identificar assédio ou injustiças e, em alguns casos, planear transição de equipa ou emprego. O Burnout nem sempre é só “um problema individual”; muitas vezes é um choque entre pessoa e sistema.
7) Treino de competências emocionais e comunicação
Aprender a reconhecer sinais internos cedo, nomear emoções, pedir ajuda com clareza, gerir conflitos e conversas difíceis, e lidar com críticas sem colapsar. Isto reduz o desgaste relacional e aumenta a sensação de agência.
8) Reintegração gradual e prevenção de recaída
Depois de um período de recuperação, o foco passa a ser manter: rotinas mínimas, “alertas” pessoais, plano para semanas de pico, e indicadores claros de risco (sono a piorar, cinismo, irritabilidade, isolamento, dores, procrastinação por exaustão). A meta é voltar à vida com um ritmo que não exija “pagar” com a saúde.
9) Quando necessário: articulação com medicina/psiquiatria
Se houver insónia marcada, ansiedade/depressão significativas, crises de pânico, ideação suicida, ou incapacidade funcional importante, pode ser indicado acompanhamento médico e, em alguns casos, medicação temporária. Isso não “resolve” o burnout por si só mas pode criar estabilidade suficiente para a terapia e as mudanças terem efeito.
Qual o preço das Consultas de Burnout?
A consulta tem um valor de 50€ em formato online e 60€ para o formato presencial.
A consulta de Avaliação de Burnout, que inclui 2 sessões com um/uma psicóloga/o e uma consulta de avaliação psiquiátrica tem o valor, de plano, de 210€ (NOTA: não inclui relatórios de avaliação).
Dúvidas sobre Pagamentos
FAQs
Perguntas Comuns
Como saber se estou a entrar em burnout?
O burnout é um processo que se “vai instalando” de forma gradual, e que se pode traduzir num estado de esgotamento físico e psicológico cada vez mais intenso e ligado sobretudo ao contexto de trabalho, apesar de poder acontecer em outros contextos devido às exigências excessivas (parentalidade, estudos, entre outros).
Há, por isso, várias dimensões às quais é importante que vás estando atento:
- Sensações de exaustão (cansaço constante mesmo depois de dormir, dores de cabeça, tensão muscular, falta de energia, sensação de “não aguentar mais);
- Distanciamento emocional/cinismo (maior irritabilidade, falta de paciência generalizada, perda de empatia, sensação de indiferença)
- Quebras no desempenho (dificuldades de concentração, procrastinação/adiamento de tarefas, sensação de incompetência, perda de motivação)
Também é importante que estejas atento a eventuais crises de choro sem motivo aparente, insónia persistente, pensamentos de desistência, recurso a estratégias mal adaptativas de fuga (álcool, comer compulsivamente, abuso de substâncias, entre outras), e ansiedade constante e persistente sempre que pensas em algo relacionado com trabalho.
O que fazer em caso de burnout?
Em primeira instância, é fundamental compreender o que se está a passar dentro de ti e perceber os teus sintomas, sobretudo se eles forem exacerbados e persistentes ao longo do tempo. Neste sentido, pode ajudar-te falar com um profissional de saúde (médico ou psicólogo). Sempre que possível, é fundamental que estabeleças limites claros e que ajustes a carga de trabalho e a tua atitude perante aquilo que compreenderes que está a contribuir para os sintomas. Não obstante, é importante que priorizes o sono e a recuperação, bem como os momentos de lazer, fazendo uma separação clara e rigorosa entre o trabalho e a casa/família/amigos/contextos de lazer. Acima de tudo, é imprescindível que não ignores os sinais.
O burnout tem cura?
Sim, é possível recuperar do burnout. Mas há “cansaços” que, além de descanso, exigem escuta. Não é algo que possa desaparecer com um fim de semana de descanso, com uma baixa médica ou com força de vontade; exige que repenses o que está a causar os sintomas e, no fundo, que condições é que te levaram ao limite. Se as causas forem ajustadas e houver intervenção adequada, podes recuperar totalmente.
O burnout é um estado de esgotamento que melhora quando:
- A(s) fonte(s) principal(is) de stress é/são reduzida(s) ou modificada(s);
- Sentes que tens espaço para recuperar física e emocionalmente;
- Compreendes o que está a ser disfuncional no(s) teu(s) contexto(s) e operas mudanças necessárias nos mesmos;
- Aprendes novas estratégias de colocação de limites e de gestão da tua energia.
Muitas pessoas recuperam completamente. Outras precisam de mudanças maiores (por exemplo, mudar de função ou ambiente de trabalho).
- Descanso real (não apenas dormir mais)
- Psicoterapia (para te ajudar a perceber o que precisa de mudar e delinear estratégias nesse sentido)
- Ajustar carga/volume de trabalho
- Aprender a estabelecer limites
- Recuperar e não prescindir de atividades de lazer
- Equilibrar vida profissional e outros contextos (família, lazer, amigos)
- Em alguns casos, acompanhamento médico adequado (recurso a medicação, sobretudo se houver ansiedade ou depressão associadas)
Quanto mais cedo se reconhece, mais reversível é.
Quando devo marcar consulta?
Sempre que sintas que o teu cansaço deixou de ser “normal” e que começou a afetar a tua vida de forma consistente e prolongada. Não precisas de esperar por “chegar ao teu limite”. Quanto mais cedo procurares ajuda, mais simples tende a ser a recuperação.
Com que frequência devo ter as consultas?
A frequência das consultas depende de caso para caso. No entanto, numa fase inicial, recomendamos uma regularidade semanal ou quinzenal, sendo que a mesma pode ir sendo reajustada entre ti e o teu terapeuta ao longo do processo.
Qual é a duração das sessões?
A duração das consultas é de cerca de 50 minutos.
As consultas de Avaliação de Burnout são obrigatórias?
Não, a avaliação de burnout não é obrigatória. Esta pode acontecer de forma fluída ao longo de um processo terapêutico e pode ser recomendável se houver necessidade de confirmação do diagnóstico ou para o tratamento dos sintomas em consulta de psiquiatria.
A avaliação e consultas podem ser online?
Sim, a avaliação e as consultas podem acontecer no formato online ou presencial.
Que tipos de burnout existem?
Não existe um único sistema oficial de “tipos”, mas há modelos científicos úteis para descrever perfis diferentes. Isto ajuda a reconhecer o padrão em que te encontras.
1) Perfis por “dimensão dominante” (mais comum na investigação)
Há pessoas em que predomina sobretudo:
- Sobrecarga / exaustão: o corpo e a mente “desligam” por excesso de exigência (exaustão é o núcleo mais visível).
- Desligamento / cinismo: uma espécie de “anestesia emocional” em relação ao trabalho, muitas vezes como forma de autoproteção.
- Ineficácia: sensação persistente de não render, de falhar, de não estar “à altura”.
Na prática, muitas pessoas têm uma mistura – mas costuma haver uma porta de entrada mais forte (por exemplo, começa por exaustão e depois evolui para cinismo).
2) Subtipos “clínicos” (como a pessoa reage ao stress no trabalho)
Um outro modelo descreve três subtipos:
- Frenético: vive em “esforço máximo”, muito investimento e pouca recuperação (“não posso abrandar”).
- Subdesafiado: pouca estimulação/sentido, tédio, desmotivação (“isto não me puxa por mim”).
- Desgastado: sensação de desistência e desconexão (“já não vale a pena”), frequentemente com sentimento de falta de controlo.
O burnout aplica-se apenas ao âmbito profissional?
Para a OMS, burnout refere-se especificamente ao contexto ocupacional e normalmente não é usado para descrever experiências noutras áreas da vida.
Em termos científicos mais amplos, existe na investigação uma discussão robusta sobre síndromes muito semelhantes noutros papéis de vida, – por exemplo, burnout aplicado à parentalidade (papel de pai ou mãe), ao/à estudante, ao/à cuidador/a, descrito como exaustão esmagadora no papéis em que se desdobram e distanciamento emocional, com formas específicas de avaliação.
É possível obter baixa médica devido a burnout?
Sim, pode haver indicação clínica para baixa médica devido a burnout. Essa necessidade será sempre avaliada em consulta de psiquiatria mediante a avaliação médica.
Qual é geralmente o tempo de recuperação do burnout?
O tempo de recuperação é variável de pessoa para pessoa. Depende da gravidade dos sintomas, dos contextos afetados, das mudanças nos padrões de funcionalidade, das consequências e da eventual comorbilidade com outros sintomas psicopatológicos.
O burnout e a depressão podem estar relacionados?
Sim, em alguns casos, o burnout pode levar a quadros depressivos.
O que tomar em caso de burnout?
Depende de cada pessoa e também dos sintomas associados; a prescrição farmacológica é sempre feita com base na avaliação médica em consulta de psiquiatria.
Porque estou sempre cansado/a e sem energia?
Estar sempre cansado e sem energia pode ter várias causas – físicas, emocionais ou uma mistura de ambas. O corpo e a mente estão muito ligados, por isso é importante olhar para o quadro completo.
Quais as consequências do burnout?
O burnout não é “só cansaço”. Quando se mantém no tempo, pode afetar saúde mental, física, relações e carreira; quando não é tratado, as consequências podem ser significativas.
Consequências psicológicas
- Ansiedade persistente
- Depressão
- Irritabilidade constante
- Sensação de vazio/apatia
- Perda de autoestima e autoconfiança
- Dificuldades de concentração e de memória
- Desmotivação e pensamentos de desistência
Consequências físicas
- O stress crónico mantém o corpo em “modo alerta” durante demasiado tempo
- Insónias ou sono não reparador
- Dores de cabeça frequentes
- Tensão muscular (pescoço, costas)
- Problemas gastrointestinais
- Queda de imunidade (adoeces com mais facilidade)
- Alterações hormonais
- A longo prazo, pode aumentar risco de hipertensão e problemas cardiovasculares.
Consequências profissionais
- Prejuízos no desempenho
- Erros frequentes
- Faltas ao trabalho
- Conflitos com colegas
- Vontade de abandonar a profissão
Consequências nas relações
- Menos paciência
- Isolamento
- Conflitos familiares
- Falta de energia para vida social
Importa reforçar que, quando o burnout não é tratado, pode evoluir para:
- Depressão clínica;
- Perturbações de ansiedade;
- Problemas físicos crónicos.
Qual é a vossa política de cancelamentos/reagendamentos?
Pedimos aviso com antecedência mínima de 48h. Faltas ou cancelamentos tardios podem implicar cobrança, salvo imprevistos justificados.
Por favor consulta a nossa política de cancelamento / agendamento.
As consultas de psicologia são confidenciais?
Sim, com exceções legais/deontológicas (risco sério para ti/terceiros, proteção de menores ou pessoas vulneráveis). Em qualquer caso, procuramos falar contigo antes de qualquer passo.
Como tratam os meus dados pessoais?
Cumprimos o RGPD e as normas deontológicas: confidencialidade, mínima informação necessária e armazenamento seguro. Explicamos tudo no consentimento informado e/ou nos termos e condições que deves ler e aceitar antes do pagamento da tua consulta.
Têm protocolo com seguradoras?
Somos provedores “fora da rede”, pelo que não temos nenhum protocolo específico. Todos os pagamentos devem ser feitos antecipadamente e, no caso de teres algum tipo de subsistema de saúde (ex. ADSE, SAMS…) podemos colocar na fatura, além dos teus dados pessoais, o teu número de beneficiário/a para seres reembolsado/a pelos mesmos (este reembolso é sujeito às condições do subsistema de saúde que tiveres).
Que métodos de pagamento aceitam?
Presencialmente aceitamos pagamento em numerário, multibanco ou transferência bancária.
Online, aceitamos multibanco, visa, mastercard, transferencia bancária, MBway
Emitem recibos e documentação?
Sim, emitimos recibos (enquadrados legalmente enquanto despesas de saúde), podemos elaborar declarações/relatórios clínicos quando clinicamente apropriado e com o teu consentimento informado.
Porque escolher a Clínica O Teu Lugar?
Na Clínica O Teu Lugar, quer seja presencialmente em Coimbra, quer seja em formato online para onde quer que estejas, temos uma equipa de psicólogos e uma psiquiatra especialista em burnout, com vários anos de experiência e com o conhecimento que precisas para te ajudar neste processo. Porque este balanço também passa por saberes que não precisas de passar por isto sozinho!
O que dizem de nós
Testemunhos
Por questões éticas protegemos identidade dos pacientes que tiveram a generosidade de partilhar os seus testemunhos e experiências.
Direção Clínica
A Direção Clínica d’O Teu Lugar é assegurada pela Dr.ª Ana Fidalgo e pela Dr.ª Liliana Marques, psicólogas clínicas e cofundadoras da clínica. É a partir do seu olhar atento, ético e profundamente humano que são definidos os critérios de qualidade da clínica, bem como a forma como acolhem, encaminham e acompanham cada pessoa que nos procura.
Em conjunto com a equipa, contribuem para que a prática clínica se alinhe com os princípios e valores d’O Teu Lugar: ética e confidencialidade, relações empáticas e não-hierárquicas, reconhecimento da complexidade de cada história, respeito pela diversidade e valorização da individualidade de quem acompanhamos.
O compromisso da Direção Clínica é simples e profundo: que, connosco, sintas que o teu universo é bem-vindo e que estás num espaço seguro para seres exatamente quem és.

Dr.ª Ana Fidalgo (à esquerda) e Dr.ª Liliana Marques (à direita)
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