Especialistas em relacionamentos
Agenda uma consulta online ou presencial (Coimbra) com um dos psicólogos ou psiquiatra d’O Teu Lugar
As relações amorosas podem ser uma das fontes mais profundas de bem-estar, vínculo e crescimento… Mas também existem situações onde podem tornar-se num lugar de sofrimento, confusão e desgaste emocional. Existem relações marcadas por ansiedade e insegurança, ciúmes, medo do abandono, dificuldade em confiar, dependência emocional, afastamento afetivo ou conflitos repetidos. Noutras situações, o sofrimento surge no fim de uma relação, numa separação dolorosa, num divórcio, ou em relações abusivas em que a pessoa se sente presa, culpada ou sem forças para sair.
Quando estamos envolvidos emocionalmente, nem sempre é fácil perceber o que está a acontecer com clareza. Às vezes repetimos padrões antigos sem nos darmos conta. Outras vezes, sentimos um vazio persistente, medo da rejeição, necessidade constante de validação ou dificuldade em estabelecer limites. Tudo isto pode ter um impacto profundo na autoestima, na regulação emocional e na forma como vivemos o amor e a intimidade.
A psicoterapia pode ajudar a compreender estes padrões, a cuidar das feridas emocionais que os sustentam e a construir relações mais seguras, conscientes e saudáveis. Na Clínica O Teu Lugar contamos com psicólogos especialistas em relacionamentos e com apoio de psiquiatria, quando necessário. Temos consultas presenciais em Coimbra e também consultas online, para que possas ter acompanhamento a partir de qualquer lugar.
A Equipa
Psicólogos Especialistas em Relacionamentos
A nossa equipa é composta por profissionais dedicados e experientes, comprometidos em prestar o melhor cuidado possível, através de uma atualização e formação contínuas. Com especializações e experiência em diversas áreas da saúde mental, incluindo os relacionamentos, quer seja no formato de consulta online ou presencial: és tu que escolhes a modalidade mais confortável para ti, com a segurança e a garantia de que o nosso compromisso contigo é exatamente o mesmo!
Estamos aqui para oferecer o suporte necessário em cada passo da tua jornada.
Dentro da equipa de especialistas em relacionamentos da nossa clínica, as consultas de Terapia de Casal são realizadas apenas pela Dr.ª Mónica Tonelo, pela Dr.ª Gabriela Lopes e pela Dr.ª Ana Fidalgo.

Dr.ª Gabriela Lopes
N.º de Cédula: 026591
- Psicóloga Clínica
- Psicologia Sistémica e Familiar
- Terapia de Casal
- Parentalidade
Áreas de Intervenção:
- Desenvolvimento pessoal, autoestima, problemas relacionais;
- Relações, família e decisões de vida (dificuldades interpessoais e relacionais, crise, conflito, divórcio, transições no ciclo de vida);
- Sexualidade e intimidade (aconselhamento afetivo-sexual);
- Dependências/Adições;
- Aconselhamento Parental.

Dr.ª Mónica Tonelo
N.º de Cédula: 22408
- Psicóloga Clínica
- Terapia de Casal
- Parentalidade
Áreas de Intervenção:
- Relações, família e decisões de vida (dificuldades interpessoais, infidelidade, decisões de união, transições);
- Sexualidade e intimidade (desejo, orientação sexual, aconselhamento afetivo-sexual);
- Aconselhamento Parental.

Dr. Pedro Fernandes
Nº de Cédula: 23037
- Psicologia Clínica e da Saúde – Integrativa
- Avaliação e Reabilitação Neuropsicológica da infância à idade adulta
Áreas de Intervenção: Perturbações de ansiedade, perturbações de humor, perturbações obsessivo-compulsivas, perturbações de personalidade, desenvolvimento pessoal (autoconhecimento).

Dr.ª Carina Assunção
Nº de Cédula: 21560
- Psicologia Clínica e da Saúde – Psicodinâmica
- Avaliação Psicológica (Personalidade e Dinâmica Emocional)
- Especialização em Medicina Psicossomática
Áreas de Intervenção: angústias difusas/inespecíficas; ansiedade e sinais de depressividade (perturbações/oscilações de humor); trauma; perturbações da personalidade e padrões desajustados e que causem mal-estar pessoal e relacional; dificuldades na autoaceitação; queixas psicossomáticas; acompanhamento/suporte emocional de doentes crónicos.

Dr.ª Raquel Pinto
Nº de Cédula: 26678
- Psicologia Clínica e da Saúde – Cognitivo Comportamental
- Neuropsicologia
- Psicoterapia EMDR
Áreas de Intervenção: Trauma, perturbações de ansiedade, perturbações de humor (depressão), perturbação obsessivo-compulsiva, Perturbação de Hiperatividade e Défice de Atenção (PHDA), desenvolvimento pessoal, luto, relacionamento interpessoal.

Dr.ª Ana Diniz Vieira
Nº de Cédula: 30219
- Psicologia Clínica e da Saúde – Psicodinâmica
- Abordagem Cognitivo-Comportamental
- Abordagem Sistémica
Áreas de Intervenção: Perturbações de ansiedade e pânico; desenvolvimento pessoal (autoconhecimento, autoestima, autoconfiança, inseguranças); relações interpessoais/questões relacionais; depressão; burnout; preparação e acompanhamento de fases de transição.

Dr. Fábio Pereira
Nº de Cédula: 24684
- Psicologia Clínica e da Saúde – Integrativa
- Hipnose Clínica
- Psicoterapia (em formação)
Áreas de Intervenção: Perturbações de ansiedade e do humor/depressivas, obesidade e perturbações alimentares, perturbação obsessivo-compulsiva, adições, perturbações do sono, burnout/stress, luto e perda, dificuldades relacionais e/ou outros desequilíbrios emocionais não especificados.

Dr.ª Sofia Araújo
N.º de Cédula: 134712
- Psicóloga Junior em Psicologia Clínica e da Saúde – Psicodinâmica
Áreas de Intervenção: ansiedade, depressão, burnout, dificuldades de relacionamento e autoestima.

Dr.ª Soraia Almeida
Nº de Cédula: 22494
- Psicologia Clínica e da Saúde – Psicodinâmica
Áreas de Intervenção: perturbações de ansiedade, depressão, burnout, gravidez e maternidade/paternidade, aconselhamento parental.

Dr.ª Ana Fidalgo
Nº de Cédula: 20735
Co-Fundadora | Diretora
- Psicologia Clínica e da Saúde – Psicodinâmica
- Terapia de Casal
- Sexologia Clínica
- Educação Afetivo-Sexual
- Psicoterapia EMDR
Áreas de intervenção: Ansiedade, stress e regulação emocional, humor, perda e crises existenciais (depressão, luto, vazio/falta de sentido); trauma psicológico e experiências adversas; identidade, autoestima e sentido de vida; padrões de personalidade e comportamentos repetitivos (inclui perturbações de personalidade e autossabotagem); relações, família e decisões de vida (dificuldades interpessoais, infidelidade, decisões de união, transições); sexualidade e intimidade (desejo, orientação sexual, aconselhamento afetivo-sexual; disfunções: disfunção eréctil, ejaculação precoce, perturbação do orgasmo, vaginismo/dor).
Psiquiatra
Para além da nossa equipa de psicólogos e psicoterapeutas, contamos também com uma psiquiatra, para uma abordagem clínica integrada sempre que seja necessário.

Dr.ª Carolina Almeida
Nº de Cédula: 63378
- Psiquiatria
Áreas de Intervenção: depressão e ansiedade, stress e burnout, perturbações do sono, perturbação de hiperatividade e défice de atenção, demências, obsessões e compulsões, doença bipolar, psicose, adições, comportamento alimentar.
Onde estamos
A nossa Clínica está sediada na cidade de Coimbra, em Celas, perto do Hospital e de vários serviços de saúde, onde dispomos de consultas presenciais em várias áreas da Psicologia, Psicoterapia e Psiquiatria.
Morada: R. São Teotónio 39 sala 2, Celas, 3000-377 Coimbra
As consultas de psicologia ou psiquiatria também podem ser feitas em formato online para qualquer lugar do mundo.

Problemas e sintomas comuns nos relacionamentos
Ansiedade e insegurança no relacionamento
Em alguns relacionamentos, a ligação ao outro é vivida com um medo constante de perder, ser trocado ou não ser suficientemente importante. Isto pode traduzir-se numa necessidade frequente de validação, em dúvidas persistentes sobre os sentimentos do parceiro, em ciúmes excessivos ou numa grande dificuldade em tolerar distância emocional.
Nestes casos, é comum existir:
- Necessidade constante de confirmação e segurança;
- Medo de traição ou rejeição;
- Hipervigilância emocional;
- Leitura excessiva de sinais, silêncios ou mudanças de comportamento;
- Dificuldade em sentir segurança mesmo quando não há uma ameaça objetiva.
Por vezes, este funcionamento está ligado a experiências anteriores de abandono, crítica, inconsistência afetiva ou relações passadas marcadas por dor.
Sentimento de culpa no relacionamento
Há pessoas que vivem os relacionamentos com uma culpa quase permanente. Sentem-se responsáveis pelo bem-estar do outro, culpam-se por conflitos, por necessidades próprias ou até por querer distância quando estão emocionalmente saturadas.
Esta culpa pode aparecer como:
- Responsabilização excessiva pelo estado emocional do parceiro;
- Dificuldade em dizer “não”;
- Medo de magoar ou desiludir;
- Tendência para ceder sempre para evitar tensão;
- Sensação de estar sempre em falta.
Muitas vezes, esta forma de viver a relação esconde medo da perda, necessidade de aprovação ou padrões antigos de vinculação.
Ciúmes excessivos e falta de confiança
Os ciúmes nem sempre significam amor. Muitas vezes, refletem insegurança, medo da rejeição, baixa autoestima ou experiências relacionais anteriores que deixaram marcas profundas.
Algumas manifestações incluem:
- Necessidade de controlar;
- Comparação constante com outras pessoas;
- Suspeição recorrente;
- Dificuldade em confiar no namorado, namorada, marido ou mulher;
- Necessidade de saber tudo para reduzir a ansiedade.
A psicoterapia pode ajudar a perceber o que está por trás dos ciúmes, sem moralizar nem banalizar o sofrimento.
Medo da intimidade e medo do compromisso
Nem todas as dificuldades amorosas passam por apego excessivo. Algumas pessoas sentem precisamente o oposto: quando a relação começa a tornar-se mais próxima, íntima ou comprometida, pode surgir desconforto, retraimento ou “vontade de fugir”.
Isto pode aparecer sob a forma de:
- Dificuldade em confiar profundamente;
- Tendência para se afastar quando a relação fica mais séria;
- Bloqueio emocional;
- Medo de depender;
- Ambivalência entre querer proximidade e temê-la.
O medo da intimidade e o medo do compromisso não significam falta de sentimentos. Muitas vezes, são formas de proteção aprendidas.
Como ultrapassar uma separação ou fim de relacionamento
O fim de uma relação pode ser vivido como perda, rejeição, falha, desorientação ou quebra de identidade. Mesmo quando sabemos racionalmente que a relação não fazia bem, a separação pode ser profundamente dolorosa.
Nestes casos, é frequente haver:
- Pensamentos recorrentes sobre o/a ex;
- Dificuldade em aceitar o fim;
- Esperança persistente de reconciliação;
- Culpa, raiva ou confusão;
- Sensação de vazio e desorganização emocional;
- Medo de nunca mais conseguir amar ou ser amado/a.
Ultrapassar uma separação não é “esquecer depressa”. É elaborar a perda, reconstruir sentido e reencontrar-se.
Sobrecarga doméstica e carga mental no casal
Em muitos relacionamentos, o conflito não surge apenas por grandes desacordos, mas pela acumulação silenciosa de pequenas desigualdades no dia a dia. Uma das pessoas pode sentir que carrega mais do que a outra: não só nas tarefas visíveis, mas também em toda a organização invisível da vida a dois ou da vida familiar. Pensar no que falta comprar, marcar consultas, antecipar necessidades dos filhos, gerir horários, lembrar compromissos, planear refeições, resolver imprevistos, tudo isto também pesa.
Quando esta sobrecarga se prolonga no tempo, é comum surgir:
- Sensação de injustiça e solidão;
- Ressentimento acumulado;
- Cansaço físico e emocional;
- Irritabilidade e conflitos frequentes;
- Sensação de que um elemento “ajuda”, mas o outro é que sustenta verdadeiramente a gestão da casa;
- Afastamento afetivo e quebra de desejo.
Muitas vezes, a dor não está apenas em fazer mais, mas em sentir que esse esforço não é reconhecido, partilhado ou compreendido.
Quebra de intimidade emocional e/ou sexual
Em muitos relacionamentos, o sofrimento não aparece apenas através de discussões. Às vezes, instala-se como afastamento. O casal continua junto, mas já não se encontra verdadeiramente. Falta conversa com profundidade, falta proximidade, falta toque, falta disponibilidade emocional.
Isto pode traduzir-se em:
- Perda de intimidade emocional;
- Redução do carinho e da ternura;
- Distanciamento sexual;
- Dificuldade em partilhar vulnerabilidade;
- Sensação de viver “ao lado” do outro;
- Quebra de desejo associada a cansaço, ressentimento, conflito ou desconexão.
A intimidade não desaparece sempre por falta de amor. Por vezes, vai-se perdendo quando a relação deixa de ser um lugar de segurança, encontro e presença.
Medo do abandono e dependência emocional
O medo do abandono no relacionamento pode fazer com que a pessoa se anule, aceite mais do que deveria ou permaneça em relações que a magoam profundamente. Quando a relação se torna o principal regulador emocional, pode surgir dependência emocional.
Alguns sinais frequentes são:
- Dificuldade em estar sozinho/a;
- Medo intenso de separação ou afastamento;
- Grande sofrimento perante conflitos ou mudanças no comportamento do outro;
- Necessidade de agradar constantemente;
- Dificuldade em pôr limites;
- Sensação de que sem aquela pessoa “não se consegue viver” ou seguir em frente.
A terapia pode ajudar a distinguir amor de dependência, e proximidade de fusão emocional.
Sentimento de vazio no relacionamento
Nem todo o sofrimento amoroso se manifesta através de conflito intenso. Às vezes, o que dói é precisamente o contrário: uma sensação de vazio, desconexão e ausência de encontro emocional.
Pode existir:
- Falta de carinho, atenção ou afeto;
- Sensação de solidão dentro da relação;
- Distanciamento emocional;
- Rotina sem intimidade ou presença;
- Permanência na relação por hábito, medo ou dificuldade em terminar.
Sentir-se sozinho/a mesmo estando numa relação é uma experiência mais comum do que parece e merece ser compreendida com seriedade.
Baixa autoestima no relacionamento
Quando a autoestima é frágil, o relacionamento pode tornar-se o lugar onde a pessoa procura confirmar o seu valor. Isso aumenta a vulnerabilidade à dependência emocional, ao medo da rejeição e à permanência em relações pouco saudáveis.
É frequente surgir:
- Sensação de não ser suficientemente bom/boa;
- Medo de não merecer amor;
- Comparação com outras pessoas;
- Tolerância excessiva a comportamentos que magoam;
- Dificuldade em expressar necessidades.
Nestes casos, trabalhar a relação consigo próprio/a é parte essencial da mudança relacional.
Comunicação difícil e conflitos repetidos
Muitos problemas conjugais não surgem apenas do conteúdo da discussão, mas da forma como o casal comunica. Silêncios prolongados, críticas, defensividade, ironia, explosões emocionais ou dificuldade em expressar necessidades podem criar ciclos dolorosos e repetitivos.
É comum encontrarmos:
- Discussões frequentes sobre os mesmos temas;
- Sensação de não ser ouvido/a ou compreendido/a;
- Escalada rápida de conflito;
- Dificuldade em reparar depois de uma zanga;
- Afastamento emocional progressivo.
Nestes casos, a terapia de casal pode ser um espaço importante para compreender o padrão relacional e criar novas formas de contacto.
Relacionamentos abusivos
Os relacionamentos abusivos nem sempre começam de forma evidente. Muitas vezes, o abuso instala-se de forma gradual, através de manipulação, controlo, desvalorização, culpabilização, isolamento ou intimidação emocional.
Alguns sinais de alerta incluem:
- Controlo sobre contactos, rotinas ou decisões;
- Ciúmes usados como justificação para controlar;
- Manipulação emocional;
- Humilhação, desvalorização ou ameaça;
- Inversão de culpa;
- Medo da reação do outro;
- Sensação de estar preso/a, confuso/a ou a perder-se de si.
Sair de uma relação abusiva pode ser muito difícil, não por fraqueza, mas porque estes vínculos tendem a criar dependência, medo e ambivalência. O acompanhamento psicológico pode ser fundamental para recuperar clareza, segurança e autonomia.
Relação desgastada pela parentalidade
A parentalidade pode ser uma experiência profundamente transformadora, mas também exigente. Com a chegada dos filhos, ou simplesmente com o passar dos anos a cuidar da vida familiar, muitos casais sentem que a relação se foi tornando mais funcional do que íntima. A logística ganha espaço, o cansaço instala-se e o casal deixa de ter tempo psíquico para se encontrar.
Podem surgir dificuldades como:
- Perda de tempo a dois;
- Exaustão e menor tolerância emocional;
- Discussões sobre tarefas, rotinas ou educação dos filhos;
- Divergências parentais;
- Quebra da intimidade emocional e sexual;
- Sensação de serem “equipa de gestão” mais do que parceiros;
- Sentimento de invisibilidade ou desinvestimento dentro da relação.
Nem sempre isto significa falta de amor. Muitas vezes, significa apenas que a relação ficou soterrada pelas exigências da vida.
Infidelidade, quebra de confiança e reconstrução do vínculo
A descoberta de uma traição, de uma mentira importante ou de uma quebra de lealdade pode abalar profundamente a relação. Mesmo quando existe vontade de compreender o que aconteceu, o impacto emocional costuma ser muito intenso. Surgem dúvidas, imagens intrusivas, hipervigilância, necessidade de perceber todos os detalhes e uma sensação de “chão perdido”.
Nestas situações, é frequente aparecer:
- Perda de confiança;
- Pensamentos obsessivos sobre o sucedido;
- Insegurança intensa;
- Oscilação entre querer reparar e querer terminar;
- Dor, raiva, humilhação ou confusão;
- Dificuldade em voltar a sentir segurança na relação.
Nem todos os casais conseguem, ou querem, reconstruir o vínculo depois de uma quebra de confiança. Mas quando há esse desejo, a terapia pode ajudar a dar estrutura, sentido e contenção a esse processo.
Quando faz sentido procurar apoio?
Faz sentido procurar apoio psicológico quando sentes que o sofrimento relacional está a afetar o teu bem-estar, autoestima, estabilidade emocional ou capacidade de tomar decisões. Não é preciso “estar no limite” para pedir ajuda.
Pode ser útil procurar acompanhamento quando:
- Vives com ansiedade constante no relacionamento;
- Sentes medo intenso de abandono ou rejeição;
- Repetes padrões amorosos que te fazem sofrer;
- Te sentes preso/a a uma relação que te magoa;
- Estás a viver uma separação difícil;
- Sentes solidão, vazio ou desconexão na relação;
- Há conflitos conjugais repetidos e dificuldade em comunicar;
- Suspeitas que estás numa relação abusiva;
- Queres construir relações mais seguras e saudáveis.
O que trabalhamos em terapia
O trabalho terapêutico pode ajudar a:
- Compreender padrões emocionais e relacionais;
- Identificar feridas antigas que se reativam no amor;
- Fortalecer autoestima e limites;
- Desenvolver maior segurança interna;
- Melhorar a comunicação e a regulação emocional;
- Reduzir dependência emocional;
- Elaborar perdas e separações;
- Construir relações mais conscientes, recíprocas e seguras.
Terapia individual ou terapia de casal?
Depende do que está em causa.
A terapia individual tende a ser mais indicada quando o sofrimento está muito centrado na forma como a pessoa vive as relações: medo do abandono, insegurança, ciúmes, baixa autoestima, dependência emocional, trauma relacional, dificuldade em superar uma separação ou recuperar de uma relação abusiva.
A terapia de casal pode fazer mais sentido quando ambos querem compreender o que está a acontecer entre si e trabalhar a relação em conjunto, por exemplo, em situações de conflitos repetidos, dificuldade em comunicar, afastamento afetivo, ruturas de confiança ou crise conjugal.
Em alguns casos, pode inclusive ser útil articular os dois formatos.
Qual o preço das consultas?
As consultas de psicologia têm um valor de 50€ em formato online e 60€ para o formato presencial (em Coimbra).
As consultas de Terapia de Casal têm um valor de 85€ em formato online e 95€ para o formato presencial (em Coimbra).
Dúvidas sobre Pagamentos
FAQs
Perguntas Frequentes
- Sobre Relacionamentos
Como saber se estou numa relação tóxica?
Uma relação tóxica tende a gerar sofrimento persistente, desgaste emocional, medo, confusão, culpa excessiva ou perda de autoestima. Nem todas as relações difíceis são abusivas, mas quando a relação o/a faz sentir-se constantemente diminuído/a, inseguro/a ou preso/a, vale a pena procurar ajuda.
Quais são os sinais de um relacionamento abusivo?
Podem incluir controlo, manipulação, humilhação, ciúmes extremos, chantagem emocional, isolamento, ameaças ou culpabilização constante. O abuso pode ser emocional, psicológico, verbal, sexual, económico ou físico.
É normal sentir medo de abandono num relacionamento?
É relativamente comum, sobretudo em pessoas com histórias de perda, rejeição ou vinculação insegura. Mas quando esse medo domina a relação e gera sofrimento intenso, pode ser importante trabalhá-lo em terapia.
Porque sinto tanta insegurança no meu relacionamento?
A insegurança pode estar ligada à relação atual, mas também a experiências passadas, autoestima fragilizada, trauma relacional ou estilos de apego. Nem sempre o problema está apenas no presente e vale a pena explorar com a atenção que a tua história merece.
Como deixar de depender emocionalmente de alguém?
Esse processo passa por fortalecer a autonomia emocional, compreender o medo que sustenta a dependência e reconstruir a relação contigo próprio/a. Não se trata de “sentir menos”, mas de deixar de viver a relação como única fonte de estabilidade.
Porque repito sempre o mesmo tipo de relacionamento?
Muitas pessoas repetem padrões sem consciência disso. Tendemos a procurar o que é familiar, mesmo quando isso nos faz sofrer. A terapia pode ajudar a tornar visível esse padrão e a criar alternativas.
Como ultrapassar o fim de um relacionamento?
Ultrapassar uma separação implica tempo, elaboração emocional e, muitas vezes, apoio. É importante poder sentir a perda, reorganizar a vida interna e reconstruir identidade para lá da relação.
É normal sentir-me sozinho/a mesmo estando numa relação?
Sim, pode acontecer. A solidão relacional existe quando falta encontro emocional, escuta, intimidade ou reciprocidade, mesmo havendo presença física.
Como melhorar a autoestima no relacionamento?
Melhorar a autoestima implica desenvolver uma sensação de valor menos dependente da validação do outro, reconhecer necessidades próprias, estabelecer limites e construir relações onde exista respeito mútuo.
Como ultrapassar problemas conjugais?
Depende da natureza dos problemas, mas costuma passar por compreender os padrões de comunicação, as feridas emocionais envolvidas, os bloqueios de cada elemento do casal e a capacidade de ambos para trabalhar a relação.
- Sobre as consultas
O que esperar na primeira consulta de psicologia individual?
- Acolhimento e confidencialidade: explicamos como funciona o processo, direitos/deveres e limites de confidencialidade.
- Exploramos o motivo do pedido: o que te trouxe agora, há quanto tempo, em que contextos surge, impacto no dia a dia.
- Exploramos a tua história relevante: saúde, relações, trabalho/estudo, sono, hábitos, eventos marcantes.
- Objetivos e expectativas: falamos sobre o que gostarias que mudasse e as tuas expectativas sobre as sessões; definimos metas realistas.
- Esclarecemos o plano inicial: propomos uma abordagem e frequência; podes colocar todas as dúvidas!
O que esperar da primeira consulta de terapia de casal?
Na primeira consulta de Terapia de Casal, o objetivo é conhecer a história do casal, os desafios que estão a enfrentar e as expectativas em relação à terapia. O terapeuta irá ouvir ambos os parceiros, sem julgamentos, criando um ambiente seguro para que cada um possa partilhar os seus sentimentos e pontos de vista. A primeira sessão é um espaço para avaliação, onde será discutido o processo terapêutico e definidos os objetivos a serem trabalhados.
Qual a duração das sessões?
As sessões individuais são de 45-50 minutos. Sessões de casais e primeiras sessões podem durar até 60 minutos.
Devo fazer terapia sozinho/a ou terapia de casal?
Se a dificuldade é sobretudo sua forma de viver o amor, a vinculação ou a separação, a terapia individual pode ser o mais indicado. Se o sofrimento está no funcionamento da relação entre os dois e ambos querem trabalhar isso, a terapia de casal pode ser a melhor opção.
As consultas de psicologia são confidenciais?
Sim, com exceções legais/deontológicas (risco sério para ti/terceiros, proteção de menores ou pessoas vulneráveis). Em qualquer caso, procuramos falar contigo antes de qualquer passo.
Qual é a vossa política de cancelamentos/reagendamentos?
Pedimos aviso com antecedência mínima de 48h. Faltas ou cancelamentos tardios podem implicar cobrança, salvo imprevistos justificados.
Por favor consulta a nossa política de cancelamento / agendamento.
Como tratam os meus dados pessoais?
Cumprimos o RGPD e as normas deontológicas: confidencialidade, mínima informação necessária e armazenamento seguro. Explicamos tudo no consentimento informado e/ou nos termos e condições que deves ler e aceitar antes do pagamento da tua consulta.
Têm protocolo com seguradoras?
Somos provedores “fora da rede”, pelo que não temos nenhum protocolo específico. Todos os pagamentos devem ser feitos antecipadamente e, no caso de teres algum tipo de subsistema de saúde (ex. ADSE, SAMS…) podemos colocar na fatura, além dos teus dados pessoais, o teu número de beneficiário/a para seres reembolsado/a pelos mesmos (este reembolso é sujeito às condições do subsistema de saúde que tiveres).
Que métodos de pagamento aceitam?
Presencialmente aceitamos pagamento em numerário, multibanco ou transferência bancária.
Online, aceitamos multibanco, visa, mastercard, transferencia bancária, MBway
Emitem recibos e documentação?
Sim, emitimos recibos (enquadrados legalmente enquanto despesas de saúde), podemos elaborar declarações/relatórios clínicos quando clinicamente apropriado e com o teu consentimento informado.
Porque escolher O Teu Lugar para fazer terapia relacionada com Relacionamentos
Na Clínica O Teu Lugar, quer seja presencialmente em Coimbra, quer seja em formato online para onde quer que estejas, temos uma equipa com vários psicólogos especialistas em relacionamentos, com vários anos de experiência e com o conhecimento que precisas para te ajudar neste processo. Porque é importante que saibas que não precisas de passar por isto sozinho/a!
O que dizem de nós
Testemunhos
Por questões éticas protegemos identidade dos pacientes que tiveram a generosidade de partilhar os seus testemunhos e experiências.
Como funciona o processo de agendamento?
1 – Agenda a consulta em minutos
O processo de agendamento é simples e intuitivo. Tens duas opções:
- Se já souberes qual é o psicólogo com quem queres agendar consulta:
Basta acederes à sua página profissional (clicando num dos profissionais acima), clicar em “Marcar Consulta” e, na plataforma de agendamento para a qual és direcionado/a, escolher o horário que melhor se adequa às tuas necessidades.
No agendamento, poderás optar pela consulta presencial ou online, de acordo com a tua preferência.
- Se ainda não souberes com quem queres agendar consulta ou tiveres dúvidas:
Entra em contacto connosco; temos todo o gosto em ajudar!
2 – Recebe os detalhes por e-mail
Depois de escolheres a data e a hora na plataforma de agendamento, irás receber um e-mail de confirmação com todos os detalhes da consulta, incluindo, no caso das sessões online, o link de acesso à plataforma Doxy.
Se, por algum motivo, esse email ficar “perdido” até à data da tua consulta, não te preocupes! A nossa equipa irá enviar um email de boas vindas na data da tua primeira sessão onde serão relembradas todas as indicações necessárias (o link de acesso à sala do teu terapeuta, os termos e condições, entre outras).
Reagendar ou cancelar
Se precisares de alterar a marcação, deves fazê-lo com a antecedência prevista na nossa política de cancelamento/reagendamento, contactando-nos por e-mail (geral@oteulugar.pt) ou telefone: +351 910 513 839 (rede móvel nacional)
Tens dúvidas? Nós ajudamos!
Qualquer dúvida que tenhas, não hesites em contactar-nos para o + 351 910 513 839 (rede móvel nacional) ou geral@oteulugar.pt, ou através do formulário abaixo.
Direção Clínica
A Direção Clínica d’O Teu Lugar é assegurada pela Dr.ª Ana Fidalgo e pela Dr.ª Liliana Marques, psicólogas clínicas e cofundadoras da clínica. É a partir do seu olhar atento, ético e profundamente humano que são definidos os critérios de qualidade da clínica, bem como a forma como acolhem, encaminham e acompanham cada pessoa que nos procura.
Em conjunto com a equipa, contribuem para que a prática clínica se alinhe com os princípios e valores d’O Teu Lugar: ética e confidencialidade, relações empáticas e não-hierárquicas, reconhecimento da complexidade de cada história, respeito pela diversidade e valorização da individualidade de quem acompanhamos.
O compromisso da Direção Clínica é simples e profundo: que, connosco, sintas que o teu universo é bem-vindo e que estás num espaço seguro para seres exatamente quem és.

Dr.ª Ana Fidalgo (à esquerda) e Dr.ª Liliana Marques (à direita)
Caso ainda tenhas dúvidas…
Quais as tuas principais hesitações?
Todos enfrentamos desafios e momentos difíceis. O apoio psicológico pode ser útil para qualquer pessoa, independentemente da sua situação ou personalidade. Não precisa de ser apenas para casos extremos; é um recurso positivo que pode melhorar a vida de todos.
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