Especialistas em Perda Gestacional
Agenda uma consulta de psicologia com uma psicóloga especialista em perda gestacional da clínica O Teu Lugar
Existem perdas que acontecem antes de o mundo conhecer quem perdemos. Não existem memórias partilhadas, fotografias de aniversários ou uma história que os outros consigam recordar. Ainda assim, para quem já tinha começado a imaginar um futuro, a perda é, muitas vezes, desconcertantemente real.
Uma perda gestacional pode ser uma experiência profundamente impactante, quer aconteça nas primeiras semanas de gravidez, quer mais tarde, durante o parto ou após o nascimento. Todo este processo pode trazer tristeza, choque, vazio, culpa, revolta, ansiedade, solidão ou medo de voltar a engravidar. Por vezes, estas emoções surgem todas ao mesmo tempo; noutras, existe apenas uma sensação de entorpecimento ou irrealidade.
Este sofrimento pode tornar-se ainda mais difícil quando é minimizado por frases como “ainda era cedo”, “podem voltar a tentar” ou “pelo menos sabes que consegues engravidar”. Mesmo quando são ditas com a intenção de confortar, estas palavras podem deixar quem perdeu ainda mais sozinho.
O acompanhamento de um psicólogo especialista em perda gestacional pode oferecer um espaço seguro para reconhecer a importância daquilo que aconteceu, compreender o processo de luto e encontrar formas de viver com a perda sem ser continuamente engolido por ela.
Na clínica O Teu Lugar, sediada em Coimbra, disponibilizamos acompanhamento psicológico online na área da saúde perinatal, incluindo apoio psicológico após aborto espontâneo, interrupção médica da gravidez, morte fetal e perda neonatal.
A Equipa
Psicólogas especialistas em Perda Gestacional

Sobre a Dr.ª Soraia Almeida
Cédula Profissional nº 22494
A Dr.ª Soraia Almeida é psicóloga clínica e da saúde, com orientação psicodinâmica e experiência no acompanhamento psicológico em saúde perinatal.
O seu trabalho inclui situações relacionadas com gravidez, maternidade e paternidade, perdas gestacionais, gravidezes após uma perda, ansiedade, depressão e parentalidade.
Nas consultas, procura criar um espaço onde a dor possa ser reconhecida e compreendida em profundidade, respeitando a história, o ritmo e as necessidades emocionais de cada pessoa.
Modalidade: consulta online.

Sobre a Dr.ª Mónica Tonelo
Cédula Profissional nº 22408
A Dr.ª Mónica Tonelo é psicóloga clínica, com formação em psicologia sistémica, terapia de casal e parentalidade.
A sua abordagem pode ser particularmente relevante quando a perda afeta a relação do casal, quando cada pessoa vive o luto de forma diferente ou quando surgem dificuldades de comunicação, intimidade e apoio mútuo.
Modalidade: consulta online.
Nem todas as pessoas precisam do mesmo tipo de acompanhamento. Se não souberes qual das profissionais poderá ser mais indicada para a tua situação, a nossa equipa poderá ajudar-te a encontrar a resposta mais adequada.
Onde estamos
A nossa Clínica está sediada na cidade de Coimbra, em Celas, perto do Hospital e de vários serviços de saúde, onde dispomos de consultas presenciais em várias áreas da Psicologia, Psicoterapia e Psiquiatria.
Morada: R. São Teotónio 39 sala 2, Celas, 3000-377 Coimbra
As consultas de psicologia ou psiquiatria também podem ser feitas em formato online para qualquer lugar do mundo.

Sobre a Perda / Luto Gestacional
O que é o luto gestacional ou luto perinatal?
O luto gestacional é um processo que pode surgir depois da perda de uma gravidez. O termo luto perinatal é habitualmente utilizado de forma mais abrangente, podendo incluir perdas durante a gravidez, no parto ou no período neonatal.
Não se perde apenas uma gravidez. Pode perder-se um bebé já imaginado, uma identidade que começava a formar-se, um projeto familiar, uma relação com o próprio corpo e uma versão do futuro que já parecia estar em movimento.
Por isso, a intensidade do luto não depende apenas do número de semanas de gestação. Uma perda muito precoce pode ser tão profundamente dolorosa como uma perda mais tardia. O significado emocional da gravidez, a história de fertilidade, a existência de perdas anteriores, o investimento feito no processo e o contexto relacional influenciam a forma como cada pessoa vive o que aconteceu.
Na psicologia reconhecemos que não existe uma sequência obrigatória de fases nem um modo “certo” de fazer este luto. Algumas pessoas precisam de falar repetidamente sobre a perda; outras recolhem-se. Algumas choram de imediato; outras só conseguem sentir plenamente semanas ou meses depois. E nenhuma destas respostas determina o quanto se desejava aquele bebé.
Que tipos de perda gestacional podem causar luto?
Qualquer perda relacionada com uma gravidez ou com a vida de um bebé pode desencadear um processo de luto. A terminologia médica utilizada pode variar consoante a idade gestacional e o contexto, mas nenhuma classificação determina a legitimidade emocional da perda.
Aborto espontâneo
O aborto espontâneo corresponde à interrupção não intencional de uma gravidez. Pode acontecer numa fase muito precoce ou mais avançada e, em alguns casos, ser descoberto apenas durante uma ecografia.
Além da dor emocional, a pessoa pode ter de lidar com hemorragias, dores, procedimentos médicos, alterações hormonais e a sensação de que o corpo deixou de ser um lugar seguro.
É frequente surgirem perguntas como:
- “O que fiz de errado?”
- “Devia ter descansado mais?”
- “Foi por causa de alguma coisa que comi ou fiz?”
- “Porque é que o meu corpo não conseguiu?”
Esta procura de explicações pode ser uma tentativa de recuperar algum controlo perante algo que, muitas vezes, não poderia ter sido evitado.
Gravidez ectópica
Numa gravidez ectópica, a gravidez desenvolve-se fora da cavidade uterina, geralmente numa trompa de Falópio, não podendo prosseguir de forma viável.
Para além do luto, pode existir uma experiência médica urgente, medo pela própria vida, cirurgia, perda de uma trompa ou preocupações relacionadas com a fertilidade futura. A sobreposição entre risco físico e perda emocional pode tornar esta experiência especialmente traumática.
Interrupção médica da gravidez
A interrupção médica da gravidez pode ocorrer quando são identificadas condições que comprometem a vida, a saúde ou o desenvolvimento do bebé ou colocam em risco a pessoa grávida.
Nestes casos, o luto pode coexistir com o peso de uma decisão impossível. Mesmo quando a decisão é clinicamente fundamentada e tomada por amor, proteção, ou autoproteção podem surgir culpa, dúvida, vergonha ou medo do julgamento dos outros.
O apoio psicológico após uma interrupção da gravidez não procura avaliar ou julgar a decisão. Procura ajudar a pessoa ou o casal a integrar uma experiência frequentemente marcada por amor, impotência e sofrimento.
Morte fetal ou natimorto
A morte fetal ocorre quando o bebé morre antes ou durante o parto, numa fase mais avançada da gestação.
A pessoa, ou o casal, pode ter de enfrentar o parto, despedir-se do bebé e regressar a casa sem ele, enquanto o corpo continua a apresentar sinais físicos da gravidez e do pós-parto.
Pode também existir uma quebra abrupta da confiança no corpo, na medicina e na ideia de que uma gravidez terminará necessariamente com um bebé vivo.
Perda neonatal
A perda neonatal refere-se à morte de um bebé durante os primeiros 28 dias de vida.
Pode acontecer após um parto prematuro, uma doença, uma complicação inesperada ou um período de internamento. Nestes casos, o luto pode coexistir com memórias de cuidados intensivos, decisões médicas difíceis, separação física e experiências potencialmente traumáticas.
Perdas gestacionais repetidas
Quando existem várias perdas, cada nova gravidez pode ser vivida entre esperança e medo. A pessoa pode ter dificuldade em confiar em boas notícias, sentir-se permanentemente vigilante e evitar criar uma ligação emocional como forma de proteção.
Contudo, tentar não se envolver emocionalmente nem sempre impede o sofrimento. Muitas vezes, apenas acrescenta solidão à ansiedade.
Sintomas emocionais, físicos e psicológicos após uma perda gestacional
Não existe uma resposta universal à perda. Algumas pessoas sentem uma dor intensa desde o primeiro momento; outras entram num estado de choque e só mais tarde começam a compreender o que aconteceu.
Podem surgir alguns (ou vários) dos seguintes sintomas:
- Tristeza profunda e crises de choro;
- Vazio, entorpecimento ou sensação de irrealidade;
- Culpa e autorresponsabilização;
- Raiva do próprio corpo, dos profissionais de saúde ou de outras pessoas;
- Inveja ou sofrimento perante gravidezes e bebés;
- Ansiedade e medo de uma nova perda;
- Dificuldade em dormir ou pesadelos;
- Perda ou aumento do apetite;
- Cansaço intenso;
- Dificuldade de concentração e memória;
- Pensamentos repetitivos sobre o que aconteceu;
- Isolamento social;
- Perda de interesse ou prazer;
- Alterações na sexualidade e na relação com o corpo;
- Medo de voltar a ter relações sexuais ou de engravidar;
- Conflitos no casal;
- Sensação de que ninguém compreende verdadeiramente a dimensão da perda.
O corpo também está de luto. Pode existir dor, hemorragia, recuperação de procedimentos médicos, alterações hormonais, produção de leite ou outros sinais físicos que mantêm a presença da perda mesmo quando o mundo exterior parece esperar um regresso rápido à normalidade.
Aniversários, datas previstas para o parto, consultas, ecografias, regressos ao hospital ou o nascimento de outros bebés podem reativar emoções. Isto não significa necessariamente que o processo esteja a regredir. O luto tende a mover-se em ondas, aproximando-se e afastando-se ao longo do tempo.
Como pode o acompanhamento psicológico ajudar na perda gestacional?
Um processo terapêutico não procura fazer esquecer o bebé ou acelerar artificialmente o luto. Também não oferece uma fórmula para “superar um aborto” como se a experiência pudesse ser apagada.
Pode, contudo, ajudar a tornar a dor mais compreensível e suportável.
Em consulta, poderá existir espaço para:
- Contar o que aconteceu ao próprio ritmo;
- Validar a perda e a ligação emocional ao bebé;
- Compreender emoções como tristeza, culpa, raiva, inveja ou alívio;
- Reconhecer e reduzir processos de autorresponsabilização;
- Lidar com memórias intrusivas ou experiências médicas traumáticas;
- Reconstruir a confiança no corpo;
- Preparar o regresso ao trabalho e ao convívio social;
- Estabelecer limites perante perguntas ou comentários dolorosos;
- Criar rituais de despedida ou formas simbólicas de preservar a ligação;
- Compreender diferenças no luto do casal;
- Recuperar gradualmente projetos, identidade e sentido de futuro;
- Preparar emocionalmente uma nova tentativa ou gravidez;
- Acompanhar a ansiedade numa gravidez após perda;
- Identificar sintomas de depressão, ansiedade ou trauma que necessitem de intervenção específica.
Algumas pessoas querem guardar a ecografia, escrever uma carta, escolher um nome, acender uma vela ou assinalar uma data. Outras não desejam realizar qualquer ritual. A terapia não impõe uma forma de recordar ou de despedir; ajuda a encontrar aquilo que faz sentido para cada pessoa e para cada história.
Gravidez após uma perda gestacional

Uma gravidez depois de uma perda pode ser desejada e, simultaneamente, assustadora.
É comum existir hipervigilância dos sintomas, ansiedade antes das ecografias, dificuldade em fazer planos, medo de comprar objetos para o bebé ou receio de contar a gravidez a outras pessoas.
Também pode surgir culpa por voltar a sentir esperança, como se amar outro bebé significasse substituir ou esquecer aquele que se perdeu.
O acompanhamento psicológico pode ajudar a criar espaço para sentimentos aparentemente contraditórios: esperança e medo, alegria e tristeza, ligação e proteção. Uma nova gravidez não apaga a anterior. É possível construir uma relação com o bebé que está a chegar sem negar a história daquele que não pôde ficar.
Porque escolher a clínica de psicologia O Teu Lugar
Na clínica O Teu Lugar procuramos compreender cada pessoa para além de um diagnóstico ou de uma lista de sintomas.
A perda gestacional envolve o corpo, a identidade, os vínculos, a relação do casal, a história familiar e a forma como cada pessoa imaginava o futuro. Por isso, o acompanhamento deve respeitar a complexidade da experiência e não reduzir o sofrimento a um conjunto de etapas que precisam de ser cumpridas.
Na nossa clínica encontrarás:
- Psicólogas com experiência em saúde perinatal, parentalidade e relações;
- Acompanhamento individual ou com participação do casal, quando indicado;
- Uma abordagem respeitadora, confidencial e sem julgamentos;
- Consultas online realizadas através de uma plataforma segura;
- Articulação com outros profissionais de saúde quando clinicamente necessário;
- Apoio em situações de perda gestacional, gravidez após perda, ansiedade e depressão perinatal.
Não precisas de apresentar a tua dor de uma determinada maneira para ela ser legítima. Também não precisas de passar por este processo sozinha ou sozinho.
Qual o preço das consultas?
As consultas de psicologia perinatal, onde a psicoterapia relacionada com luto gestacional se insere, têm um valor de 60€ em formato online e 70€ para o formato presencial (Coimbra).
Dúvidas sobre Pagamentos
FAQs
Perguntas Frequentes
FAQs sobre a Perda Gestacional
A perda gestacional também afeta o pai ou a outra pessoa do casal?
Sim. Pais, companheiros e companheiras também podem viver um luto profundo, embora nem sempre lhes seja reconhecido espaço para o expressar.
Por vezes, toda a atenção se concentra na pessoa que estava grávida, sobretudo porque existe uma recuperação física necessária. A outra pessoa pode assumir o papel de “ser forte”, tratar de questões práticas e proteger quem sofreu fisicamente a perda. O seu próprio sofrimento pode ficar adiado ou invisível.
Além disso, duas pessoas podem viver a mesma perda de formas muito diferentes. Uma pode precisar de falar e recordar; a outra pode precisar de silêncio ou de regressar rapidamente às rotinas. Uma pode querer tentar engravidar novamente; a outra pode sentir medo ou não estar preparada.
Estas diferenças não significam necessariamente falta de amor ou menor sofrimento. Podem ser formas distintas de sobreviver à mesma dor.
O acompanhamento psicológico pode ajudar o casal a reconhecer estas diferenças sem as interpretar como abandono, frieza ou desinteresse.
É normal sentir culpa após uma perda gestacional?
Sim. A culpa é uma das experiências mais frequentes no luto gestacional.
A mente regressa aos dias e semanas anteriores à perda à procura de um momento que pudesse ter mudado tudo: um esforço físico, uma discussão, um alimento, uma viagem, um pensamento negativo ou uma decisão quotidiana.
Esta revisão incessante pode criar uma ilusão dolorosa: a ideia de que, se encontrarmos a causa, talvez possamos acreditar que tínhamos poder para evitar o que aconteceu.
Na consulta, pode ser importante distinguir aquilo que pertence à responsabilidade real daquilo que nasce da necessidade humana de encontrar ordem num acontecimento profundamente injusto e, muitas vezes, imprevisível.
Trabalhar a culpa não significa apagar o amor ou esquecer a perda. Significa deixar de transformar a dor numa acusação permanente contra si próprio.
Como ultrapassar uma perda gestacional?
Não existe uma forma única de ultrapassar uma perda gestacional, nem um calendário que determine quando alguém deveria sentir-se melhor.
Talvez seja mais adequado falar em integrar a perda: encontrar uma maneira de continuar a viver sem negar aquilo que aconteceu e sem sentir que a dor tem de ocupar para sempre todo o espaço interior.
Falar com pessoas seguras, respeitar os limites do corpo, permitir as emoções, criar rituais com significado e procurar apoio psicológico são possibilidades que podem ajudar, ainda que nem todas sejam adequadas ou funcionem para todas as pessoas.
Quando procurar ajuda psicológica após uma perda gestacional?
Não é necessário esperar que o sofrimento se torne insuportável. Podes procurar apoio logo após a perda ou apenas mais tarde, quando sentires que precisas de compreender melhor o que aconteceu.
A ajuda psicológica pode ser particularmente importante quando existem:
- Tristeza ou ansiedade intensas e persistentes;
- Culpa incapacitante;
- Crises de pânico;
- Pesadelos ou memórias intrusivas;
- Isolamento;
- Dificuldade marcada em regressar às rotinas;
- Conflitos significativos no casal;
- Medo intenso de uma nova gravidez;
- Perda generalizada de interesse ou esperança;
- Consumo de álcool ou outras substâncias para suportar a dor;
- Pensamentos de autoagressão, morte ou desaparecimento.
Perante pensamentos de suicídio, risco de autoagressão, confusão intensa ou perda de contacto com a realidade, deve ser procurada ajuda urgente através do 112, do serviço de urgência ou de um profissional de saúde.
Quanto tempo dura o luto após uma perda gestacional?
Não existe uma duração normal aplicável a todas as pessoas.
A intensidade da dor tende a transformar-se ao longo do tempo, mas pode aumentar novamente em datas importantes, numa gravidez posterior ou perante acontecimentos que recordem a perda.
O facto de ainda existir tristeza não significa necessariamente que o luto seja patológico. Importa observar se a pessoa consegue, progressivamente, voltar a relacionar-se, cuidar de si e investir noutros aspetos da vida, mesmo mantendo a ligação emocional ao bebé.
A perda gestacional pode causar depressão?
A perda gestacional pode estar associada a sintomas de depressão, ansiedade e stress pós-traumático. No entanto, luto e depressão não são exatamente a mesma coisa.
No luto, a tristeza pode surgir em ondas e coexistir com momentos de ligação, afeto ou alívio. Numa depressão, tende a existir um sofrimento mais persistente, perda generalizada de interesse, desesperança, desvalorização pessoal e maior comprometimento do funcionamento.
A distinção deve ser feita através de uma avaliação clínica individual, sobretudo quando os sintomas são intensos, persistentes ou acompanhados por pensamentos de morte.
FAQs sobre as Consultas
O acompanhamento pode ser para o casal?
Sim. O acompanhamento pode ser individual, em casal ou combinar sessões individuais com momentos conjuntos, consoante as necessidades e o enquadramento clínico.
As consultas de casal podem ajudar a compreender diferentes formas de viver o luto, melhorar a comunicação, reduzir sentimentos de rejeição ou solidão e apoiar decisões relacionadas com futuras tentativas de gravidez.
O que acontece na primeira consulta de luto gestacional?
Na primeira consulta, a psicóloga/o procurará compreender o que aconteceu, como tens vivido a perda e de que forma ela está a afetar o teu quotidiano, o corpo, as relações e a imagem que tens de ti.
Poderão ser abordados aspetos como:
- A história da gravidez e da perda;
- As emoções e sintomas atuais;
- O contexto médico;
- As relações e a rede de apoio;
- Perdas anteriores;
- A relação com o corpo;
- A situação do casal;
- Os receios relacionados com o futuro;
- Aquilo de que precisas neste momento.
Não tens de contar tudo na primeira sessão nem de falar sobre aspetos para os quais ainda não te sentes preparada ou preparado. O processo deverá respeitar o teu ritmo.
Qual a frequência das consultas?
Na maioria dos casos, as consultas realizam-se semanalmente, especialmente numa fase inicial. A frequência pode ser ajustada ao longo do processo.
Qual a duração das consultas?
As consultas de psicologia têm geralmente a duração de 45-50 minutos.
As consultas podem ser online?
Sim. Realizamos consultas de psicologia do luto gestacional online e presenciais em Coimbra.
As consultas de psicologia são confidenciais?
Sim, com exceções legais/deontológicas (risco sério para ti/terceiros, proteção de menores ou pessoas vulneráveis). Em qualquer caso, procuramos falar contigo antes de qualquer passo.
Como tratam os meus dados pessoais?
Cumprimos o RGPD e as normas deontológicas: confidencialidade, mínima informação necessária e armazenamento seguro. Explicamos tudo no consentimento informado e/ou nos termos e condições que deves ler e aceitar antes do pagamento da tua consulta.
Qual é a vossa política de cancelamentos/reagendamentos?
Pedimos aviso com antecedência mínima de 48h. Faltas ou cancelamentos tardios podem implicar cobrança, salvo imprevistos justificados.
Por favor consulta a nossa política de cancelamento / agendamento.
Têm protocolo com seguradoras?
Somos provedores “fora da rede”, pelo que não temos nenhum protocolo específico. Todos os pagamentos devem ser feitos antecipadamente e, no caso de teres algum tipo de subsistema de saúde (ex. ADSE, SAMS…) podemos colocar na fatura, além dos teus dados pessoais, o teu número de beneficiário/a para seres reembolsado/a pelos mesmos (este reembolso é sujeito às condições do subsistema de saúde que tiveres).
Que métodos de pagamento aceitam?
Presencialmente aceitamos pagamento em numerário, multibanco ou transferência bancária.
Online, aceitamos multibanco, visa, mastercard, transferencia bancária, MBway
Emitem recibos e documentação?
Sim, emitimos recibos (enquadrados legalmente enquanto despesas de saúde), podemos elaborar declarações/relatórios clínicos quando clinicamente apropriado e com o teu consentimento informado.
O que dizem de nós
Testemunhos
Por questões éticas protegemos identidade dos pacientes que tiveram a generosidade de partilhar os seus testemunhos e experiências.
Como funciona o processo de agendamento?
1 – Agenda a consulta em minutos
O processo de agendamento é simples e intuitivo. Tens duas opções:
- Se já souberes qual é a psicóloga com quem queres agendar consulta:
Basta acederes à sua página profissional (clicando numa das terapeutas acima), clicar em “Marcar Consulta” e, na plataforma de agendamento para a qual és direcionado/a, escolher o horário e modalidade que melhor se adequa às tuas necessidades.
- Se ainda não souberes com quem queres agendar consulta ou tiveres dúvidas:
Entra em contacto connosco; temos todo o gosto em ajudar!
2 – Recebe os detalhes por e-mail
Depois de escolheres a data e a hora na plataforma de agendamento, irás receber um e-mail de confirmação com todos os detalhes da consulta, incluindo, no caso das sessões online, o link de acesso à plataforma Doxy.
Se, por algum motivo, esse email ficar “perdido” até à data da tua consulta, não te preocupes! A nossa equipa irá enviar um email de boas vindas na data da tua primeira sessão onde serão relembradas todas as indicações necessárias (o link de acesso à sala do teu terapeuta, os termos e condições, entre outras).
Reagendar ou cancelar
Se precisares de alterar a marcação, deves fazê-lo com a antecedência prevista na nossa política de cancelamento/reagendamento, contactando-nos por e-mail (geral@oteulugar.pt) ou telefone: +351 910 513 839 (rede móvel nacional)
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Direção Clínica
A Direção Clínica d’O Teu Lugar é assegurada pela Dr.ª Ana Fidalgo e pela Dr.ª Liliana Marques, psicólogas clínicas e cofundadoras da clínica. É a partir do seu olhar atento, ético e profundamente humano que são definidos os critérios de qualidade da clínica, bem como a forma como acolhem, encaminham e acompanham cada pessoa que nos procura.
Em conjunto com a equipa, contribuem para que a prática clínica se alinhe com os princípios e valores d’O Teu Lugar: ética e confidencialidade, relações empáticas e não-hierárquicas, reconhecimento da complexidade de cada história, respeito pela diversidade e valorização da individualidade de quem acompanhamos.
O compromisso da Direção Clínica é simples e profundo: que, connosco, sintas que o teu universo é bem-vindo e que estás num espaço seguro para seres exatamente quem és.

Dr.ª Ana Fidalgo (à esquerda) e Dr.ª Liliana Marques (à direita)
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